Foto: Lucas Uebel
O meia Jean Pyerre, novo camisa 10 do Grêmio, temeu pela carreira durante a recuperação dos problemas físicos engatados entre 2019 e 2020. Mas o gol da vitória sobre o Cuiabá e o novo número às costas dão sinais que o jovem de 22 anos dá largada para um recomeço na carreira.
Jean superou problemas pessoais, como a luta do pai contra a Covid-19, e também seus próprios. Teve uma lesão muscular grave em setembro de 2019 e voltou a jogar em março desta temporada, pouco antes da paralisação do futebol por conta da pandemia do coronavírus. Chegou a duvidar da volta aos gramados após as constantes dores.
— Chegou o momento que fiquei sem esperança, desacreditado. Foi a minha primeira lesão. Foi algo que me assustou bastante. Às vezes fico com receio ainda. Tive o problema com meu pai, também, que foi bem forte para a gente — comentou o atleta em entrevista coletiva nesta sexta-feira.
Infelizmente, tive uma sequência em que ia para o campo e acabava sentindo. Cheguei a me perguntar se ia conseguir voltar a jogar realmente. Nestes momentos, pessoas me tranquilizaram, que ia ficar bem. — Jean Pyerre
Em setembro, enquanto ainda se recuperava de mais uma lesão muscular, Jean Pyerre recebeu o assédio do Palmeiras. No relato do meia, porém, o presidente Romildo Bolzan Júnior foi enfático ao dizer que o jogador não sairia do Grêmio. À época, o vice de futebol Paulo Luz classificou-o como "extraclasse".
— Sempre estive tranquilo, foi conversado comigo (o interesse do Palmeiras). O presidente sempre deixou claro a vontade dele e isso me tranquilizou mais para poder seguir. Agora ter mais esse passo, dando a 10, mostrou o que eu significo para o grupo. Foi a forma que o professor achou para mostrar o que talvez eu não conseguia enxergar — contou Jean Pyerre.
O meia estreará a camisa 10 contra o Ceará, neste sábado, às 19h, na Arena, seja como titular ou no decorrer do jogo. O Tricolor é o oitavo colocado do Brasileirão, com 30 pontos, e pode entrar no G-6 dependendo dos resultados da 21ª rodada.
Grêmio, Jean Pyerre, Superação, Carreira
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— Chegou o momento que fiquei sem esperança, desacreditado. Foi a minha primeira lesão. Foi algo que me assustou bastante. Às vezes fico com receio ainda. Tive o problema com meu pai, também, que foi bem forte para a gente — comentou o atleta em entrevista coletiva nesta sexta-feira.
Infelizmente, tive uma sequência em que ia para o campo e acabava sentindo. Cheguei a me perguntar se ia conseguir voltar a jogar realmente. Nestes momentos, pessoas me tranquilizaram, que ia ficar bem. — Jean Pyerre
Em setembro, enquanto ainda se recuperava de mais uma lesão muscular, Jean Pyerre recebeu o assédio do Palmeiras. No relato do meia, porém, o presidente Romildo Bolzan Júnior foi enfático ao dizer que o jogador não sairia do Grêmio. À época, o vice de futebol Paulo Luz classificou-o como "extraclasse".
— Sempre estive tranquilo, foi conversado comigo (o interesse do Palmeiras). O presidente sempre deixou claro a vontade dele e isso me tranquilizou mais para poder seguir. Agora ter mais esse passo, dando a 10, mostrou o que eu significo para o grupo. Foi a forma que o professor achou para mostrar o que talvez eu não conseguia enxergar — contou Jean Pyerre.
O meia estreará a camisa 10 contra o Ceará, neste sábado, às 19h, na Arena, seja como titular ou no decorrer do jogo. O Tricolor é o oitavo colocado do Brasileirão, com 30 pontos, e pode entrar no G-6 dependendo dos resultados da 21ª rodada.
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