Ministro recebe representantes de torcidas organizadas em Brasília (Foto: Fabrício Marques)
O Ministério do Esporte iniciou nesta quinta-feira mais uma tentativa de resolver os problemas de brigas entre torcidas em estádios de futebol. Após mais um fim de semana marcado por cenas de violência, na partida entre Palmeiras e Corinthians, pelo Campeonato Paulista, o chefe da pasta, George Hilton, recebeu em Brasília representantes da Associação Nacional de Torcidas Organizadas (Anatorg) para discutir medidas que ajudem a solucionar o problema. Segundo o ministro, ideias como a dissolução das organizadas ou torcida única nos estádios não são positivas. O foco será voltado para a conscientização e individualização das pessoas que participam das brigas.
- As torcidas organizadas são importantes, precisam ser preservadas. Mas não se pode permitir que tenham em seu escopo delinquentes que praticam atos de violência. Elas precisam continuar, são manifestações importantes do esporte e precisam ser protegidas desses maus elementos que, segundo estudos, são em torno de 7% a 10% do total (de torcedores ligados às organizadas). (...) Tem que ter as duas torcidas. Temos que ter a cultura e dar o grito de paz - afirmou o ministro após o encontro.
De acordo com George Hilton, um grupo de trabalho será formado para definir as medidas que serão colocadas em prática. Além das organizadas, serão ouvidos também os clubes, polícias dos estados e o ministério da Justiça.
- Algumas ideias já estão sendo trabalhadas, como a criação de um banco de dados que venha a ter um cadastro nacional de todos os torcedores. Há também a ideia de criação de um serviço de disque denúncia, que vai focar nos elementos que praticam atos criminosos e se travestem de torcedor - completou.
Não é a primeira vez que o Ministério do Esporte cria um grupo de trabalho para discutir o tema. Em dezembro de 2013, após a briga entre torcedores de Atlético-PR e Vasco, em Joinville, pela última rodada do Brasileirão, a pasta reuniu órgãos do governo e entidades envolvidas no futebol e apresentou nove medidas para conter a violência nos estádios. Porém, quase nenhuma foi colocada em prática. O próprio cadastro nacional dos torcedores era um dos itens colocados como prioridade e que não teve avanço.
O ministro George Hilton evitou comentar o fracasso de outras tentativas do Ministério do Esporte de resolver o problema da violência nos estádios e demonstrou confiança no sucesso desta nova iniciativa.
- Nós vamos fazer. Estamos dispostos. Há boa vontade do Ministério, das torcidas, dos clubes, da sociedade. O momento exige isso, e temos que ter a responsabilidade para fazer que elas aconteçam... Vamos fazer um trabalho forte de conscientização, com parceria com estados, governantes, os próprios clubes tem interesse nisso. A própria criação da Anatorg me parece deixar claro que as torcidas perceberam que tem que ter a parceria delas com o poder público. Há interesse de todos - concluiu.
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- As torcidas organizadas são importantes, precisam ser preservadas. Mas não se pode permitir que tenham em seu escopo delinquentes que praticam atos de violência. Elas precisam continuar, são manifestações importantes do esporte e precisam ser protegidas desses maus elementos que, segundo estudos, são em torno de 7% a 10% do total (de torcedores ligados às organizadas). (...) Tem que ter as duas torcidas. Temos que ter a cultura e dar o grito de paz - afirmou o ministro após o encontro.
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O ministro George Hilton evitou comentar o fracasso de outras tentativas do Ministério do Esporte de resolver o problema da violência nos estádios e demonstrou confiança no sucesso desta nova iniciativa.
- Nós vamos fazer. Estamos dispostos. Há boa vontade do Ministério, das torcidas, dos clubes, da sociedade. O momento exige isso, e temos que ter a responsabilidade para fazer que elas aconteçam... Vamos fazer um trabalho forte de conscientização, com parceria com estados, governantes, os próprios clubes tem interesse nisso. A própria criação da Anatorg me parece deixar claro que as torcidas perceberam que tem que ter a parceria delas com o poder público. Há interesse de todos - concluiu.
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