Toninho Nascimento o Ministério do Esporte satisfeito com o seu trabalho (Foto: Reprodução SporTV)
A mudança no Ministério do Esporte não ficará apenas na troca de Aldo Rebelo por George Hilton, novo Ministro. Secretário Nacional de futebol, Toninho Nascimento deixará o cargo e será substituído pelo promotor Paulo Castilho, ex-jogador do São Paulo. O período de transição será feito no início de fevereiro, e o jornalista deixa Brasília satisfeito com o seu trabalho.
Em entrevista ao "Redação SporTV", Toninho Nascimento acredita que o ciclo de dois anos no Ministério termina com sucesso. A ajuda no desenvolvimento do futebol feminino e a discussão sobre a lei de responsabilidade fiscal no esporte são apontadas como suas maiores vitórias. O jornalista lamenta apenas não ter avançado na questão das torcidas organizadas.
- Eu fiquei dois anos (no Ministério do Esporte). Terminei um ciclo, minha família é do Rio de Janeiro. Foi quase uma pós-graduação em administração dentro do governo. Eu não posso reclamar, tivemos bons resultados. No futebol feminino, depois de 11 anos fizemos um Campeonato Brasileiro.
A lei de responsabilidade fiscal no esporte não era falada por ninguém há dois anos e hoje é um grande assunto. Talvez, no assunto das organizadas eu tenha sido um pouco abaixo do esperado, que é um assunto complicado e exige que o Ministério da Justiça tenha uma atitude mais ativa. Mas fechou um ciclo de dois anos.
Toninho Nascimento elogiou a escolha de Paulo Castilho para assumir o seu cargo. De acordo com o jornalista, Castilho já fazia parte da sua equipe de trabalho e conhece bem o funcionamento do Ministério do Esporte.
- Já conversei com o Paulo, que está viajando. Acertamos que na primeira semana de fevereiro começamos o período de transição. Eu acho um bom nome, com um perfil completamente diferente do meu. Eu sou um jornalista e ele um promotor, que é ligado mais ao direito do torcedor, mas também ligado ao futebol (...).
Ele trabalhou comigo. Eu sou o Secretário Nacional de Futebol. Existem duas diretorias, sendo que uma delas é do direito do torcedor que era comandada pelo Paulo Castilho. Acho um bom nome, já que ele conhece a máquina do Ministério do Esporte.
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Em entrevista ao "Redação SporTV", Toninho Nascimento acredita que o ciclo de dois anos no Ministério termina com sucesso. A ajuda no desenvolvimento do futebol feminino e a discussão sobre a lei de responsabilidade fiscal no esporte são apontadas como suas maiores vitórias. O jornalista lamenta apenas não ter avançado na questão das torcidas organizadas.
- Eu fiquei dois anos (no Ministério do Esporte). Terminei um ciclo, minha família é do Rio de Janeiro. Foi quase uma pós-graduação em administração dentro do governo. Eu não posso reclamar, tivemos bons resultados. No futebol feminino, depois de 11 anos fizemos um Campeonato Brasileiro.
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Toninho Nascimento elogiou a escolha de Paulo Castilho para assumir o seu cargo. De acordo com o jornalista, Castilho já fazia parte da sua equipe de trabalho e conhece bem o funcionamento do Ministério do Esporte.
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Ele trabalhou comigo. Eu sou o Secretário Nacional de Futebol. Existem duas diretorias, sendo que uma delas é do direito do torcedor que era comandada pelo Paulo Castilho. Acho um bom nome, já que ele conhece a máquina do Ministério do Esporte.
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