Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
Um dos responsáveis por convencer Paulo Odone a assumir a presidência do Grêmio em 2005, o ex-diretor Túlio Macedo morreu na noite de quinta-feira, aos 78 anos, por complicações cirúrgicas. Foi vice-presidente de finanças na época mais difícil do clube, na segunda divisão, como recorda Odone:
— Foi uma das pessoas que veio na minha casa no fim de 2004 para eu assumir a presidência de um Grêmio na segunda divisão e quebrado. Fizemos o condomínio de credores e conseguimos pagar tudo com o trabalho do Túlio. Tínhamos que pagar os jogadores no hotel, antes do jogo, para que os oficiais de Justiça não pegassem a renda antecipada. Foi formidável. A lealdade era a principal característica. A gente podia confiar porque sabia que ele iria corresponder. Sempre solidário. Morreu preocupado com o Grêmio.
Campeão do mundo com o Grêmio em 1983, o técnico Valdir Espinosa classifica Túlio como uma pessoa que "colocava suas opiniões e ouvia, sem imposições".
— Acho que era o único dirigente que me chamava de Valdir — brinca. — Sempre foi um cara tranquilo, muito equilibrado. Não lembro do tom de voz dele aumentar. Foi muito importante dentro daquela conquista do Mundial. Amou o Grêmio — completa.
O Movimento Grêmio Independente (MGI) divulgou nota de pesar pela morte de Túlio. O candidato à presidência na eleição deste ano, Homero Bellini Jr., afirma que o ex-dirigente "merecia ter tido da Instituição um reconhecimento e uma gratidão maior do que teve."
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Campeão do mundo com o Grêmio em 1983, o técnico Valdir Espinosa classifica Túlio como uma pessoa que "colocava suas opiniões e ouvia, sem imposições".
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