Resolver o impasse entre Bom Senso e clubes sobre os pontos a serem incluídos na Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte, projeto que, entre outros aspectos, vai equacionar a dívida das equipes com a União, agora é responsabilidade do Congresso. É assim que o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, trata o assunto. Ele chegou a participar recentemente de mais uma bateria de reuniões com ambos os lados, mas não vai mais tentar mediar.
- Isso já depende do Congresso. Não depende mais do governo. O Congresso tem uma responsabilidade grande, até porque deu início a essa discussão. O governo deu opiniões, participou do debate, e agora o Congresso é que tem condições de definir - disse ele, nesta quarta-feira, sem querer estipular prazos para votação do projeto na Câmara dos Deputados.
Após abertura de um seminário da Copa no Maracanã, Rebelo ressaltou que só voltará às discussões se for "provocado".
- O Congresso tem legitimidade para fazer a mediação entre os interesses legítimos de todos os envolvidos. Se for convocado, vou opinar - completou.
Bom Senso e clubes divergem, por exemplo, na criação de um teto para investimentos no futebol. O movimento de jogadores que incluir a proposta de 70%. Os dirigentes são contrários.
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