Grupo de jogadores do Grêmio treina no suplementar do Olímpico. No lance, Barcos, Ramiro e Dudu
Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS
Nesta quarta-feira completou nove anos da Batalha dos Aflitos, que até hoje aflige muita gente. Alguns desdenham, falam em segunda divisão e, obviamente, foi na decisão do título da segunda divisão. Se alguém viesse de Marte ou de algum planeta mais distante, perguntaria que esporte era aquele que uma equipe jogava com sete jogadores e a outra com 11 . Haveriam de questionar, por que tanta disparidade?
Poderiam até lembrar do primeiro Gre-Nal, da existência do clássico em que a disparidade é a goleada de um sobre o outro, que foi eterna e inesquecível, além de inédita. Mas, na prática, o que se viu foi a equipe com sete jogadores bater inapelavelmente aquela que tinha 11. Foi uma jornada épica.
Feito inédito
Prestem atenção, amigos leitores. Situação igual aquela jamais foi vista, nem será enquanto a bola for bola e os times entrarem em campo com 11 atletas. Tive a felicidade de estar presente naquele dia e ser testemunha ocular da história que percorreu o mundo. Não sou do futebol, mas do recorde do Guiness.
Tive a glória de assistir Anderson invadir a área adversária e fulminar o rival, fazendo a alegria insuperável de oito milhões de torcedores gremistas e gaúchos. Porque não creio que o Rio Grande do Sul tivesse alguém que não tenha se sensibilizado com o fato histórico. Por tudo isso, devemos sempre lembrar e comemorar esse feito inédito, repito, inédito e que ficará para sempre na história do futebol mundial.
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Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS
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Feito inédito
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Tive a glória de assistir Anderson invadir a área adversária e fulminar o rival, fazendo a alegria insuperável de oito milhões de torcedores gremistas e gaúchos. Porque não creio que o Rio Grande do Sul tivesse alguém que não tenha se sensibilizado com o fato histórico. Por tudo isso, devemos sempre lembrar e comemorar esse feito inédito, repito, inédito e que ficará para sempre na história do futebol mundial.
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