LUCAS UEBEL / GRÃ?MIO FBPA
O 2018 dos gremistas teve começo fulminante com a conquista de dois títulos seguidos: Recopa e um Gauchão, que não chegava há oito anos. Houve um tempo do primeiro semestre em que o futebol encantador que o time jogava espalhava admiração pelo país todo e até pela América Latina.
Os desempenhos e os resultados levaram o Grêmio a avançar na Copa do Brasil e na Libertadores, mas a Copa se aproximou e houve a parada. Foi como se a realidade batesse à porta para deixar claro que as coisas sempre podem mudar e não necessariamente para melhor.
Este fim de semana, em que o Grêmio vai de reservas contra o time misto do Flamengo pelo Brasileirão, abre espaço para a reflexão que proponho ao torcedor. Arthur antecipou a saída, jogadores importantes como Maicon e Everton padeceram de lesões, Leonardo Moura enfrenta dia a dia pequenas ou nem tão pequenas dores musculares para jogar em alto padrão.
Renato Portaluppi segue sendo intocável e reúne todos os méritos para isso. Ao mesmo tempo, às vezes tem vivido dificuldades para resolver os problemas da equipe, seja no campo, seja na atitude com que os jogadores vão para o jogo. Nada grave, nada comprometedor, ainda que exija dos gremistas um ajuste nas esperanças.
O Brasileirão é a competição menos possível para o Grêmio no momento. A Copa do Brasil, depois do primeiro jogo das quartas de final, exigirá reversão de expectativa do time no Maracanã. Ficou implícito no empate na Arena que o Flamengo está melhor para chegar às semifinais e jogará na casa que voltou a ser sua no incomparável envolvimento da torcida com o time.
Curiosamente, a competição mais importante para o Grêmio é aquela em que ele tem as melhores chances de continuar. Na terça-feira (7), mesmo que sem Everton na frente, enfrentará um Estudiantes que é inferior. Vai decidir a vaga na Arena. O que precisa, na ida, é evitar o pior.
Não é a primeira vez que o Grêmio com Renato vive dias em que o sol se esconde entre nuvens — e não seria a primeira vez que superaria seus problemas a partir de uma total sintonia entre treinador e jogadores. Lideranças e qualidade não faltam.
É preciso materializar esta capacidade de reação para manter vivos os sonhos da temporada. No mínimo, um deles.
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Este fim de semana, em que o Grêmio vai de reservas contra o time misto do Flamengo pelo Brasileirão, abre espaço para a reflexão que proponho ao torcedor. Arthur antecipou a saída, jogadores importantes como Maicon e Everton padeceram de lesões, Leonardo Moura enfrenta dia a dia pequenas ou nem tão pequenas dores musculares para jogar em alto padrão.
Renato Portaluppi segue sendo intocável e reúne todos os méritos para isso. Ao mesmo tempo, às vezes tem vivido dificuldades para resolver os problemas da equipe, seja no campo, seja na atitude com que os jogadores vão para o jogo. Nada grave, nada comprometedor, ainda que exija dos gremistas um ajuste nas esperanças.
O Brasileirão é a competição menos possível para o Grêmio no momento. A Copa do Brasil, depois do primeiro jogo das quartas de final, exigirá reversão de expectativa do time no Maracanã. Ficou implícito no empate na Arena que o Flamengo está melhor para chegar às semifinais e jogará na casa que voltou a ser sua no incomparável envolvimento da torcida com o time.
Curiosamente, a competição mais importante para o Grêmio é aquela em que ele tem as melhores chances de continuar. Na terça-feira (7), mesmo que sem Everton na frente, enfrentará um Estudiantes que é inferior. Vai decidir a vaga na Arena. O que precisa, na ida, é evitar o pior.
Não é a primeira vez que o Grêmio com Renato vive dias em que o sol se esconde entre nuvens — e não seria a primeira vez que superaria seus problemas a partir de uma total sintonia entre treinador e jogadores. Lideranças e qualidade não faltam.
É preciso materializar esta capacidade de reação para manter vivos os sonhos da temporada. No mínimo, um deles.
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