Caio com Tita na festa dos campeões mundiais de 1983 pelo Grêmio (Foto: Lucas Uebel/Grêmio, Divulgação)
O quadro de trombose envolvendo Caio gerou comoção entre amigos e ex-colegas de profissão. A ponto de o Grêmio oficializar neste sábado um pedido de ajuda aos gremistas para evitar que o ex-jogador ampute a perna direita. O porta-voz da mensagem foi o ex-ponteiro Tarciso, hoje vereador, e, em 1983, colega de ataque de Caio nas conquistas da Libertadores e do Mundial.
Em entrevista para a Grêmio TV, Tarciso Flecha Negra revelou ter conversado com gremistas que fizeram parte daquela campanha vitoriosa para buscar auxilio ao ex-companheiro de 59 anos. Emocionado, pede contribuições para o ex-atacante. Por não conseguir trabalhar mais, Caio acumula problemas financeiros.
- Recebi no meu Facebook sobre essa cirurgia, que o Caio estava sujeito a amputar a perna. Foi como um tiro no coração. Todos nós estamos sujeitos a esses desastres da vida. Estou muito emocionado. Liguei para o De León, falei com o doutor Fábio Koff, com o Baidek, de 83. Todos estão empenhados em ajudá-lo. Espero que Deus nos abençoe para que a gente possa ajudar e tu voltar a trabalhar onde quiser – disse Tarciso.
Vivendo em São Luís, no Maranhão, Caio tenta conseguir uma cirurgia para evitar ter de amputar a mesma perna que marcou um dos gols mais importantes da história do Grêmio. O gol que abriu a vitória por 2 a 1 sobre o Peñarol na final da Libertadores de 1983. O seu drama foi revelado pelo próprio ex-atleta em entrevista nesta semana ao GloboEsporte.com.
- Quem não lembra do Caio contra o Peñarol, onde deu inicio a grande vitória do título que temos muito orgulho. Ele tem sido essa cara muito humilde e simples, uma pessoa maravilhosa que desfrutei nas concentrações. Caio, estou falando aberto para os gremistas que te viram jogar e vibraram com teu gol. Quem quiser ajudar o Caio, não é R$ 1 milhão, está aí - completa Flecha Negra.
Caio atua como taxista no aeroporto da capital maranhense. Depois de abandonar o futebol, chegou a tentar a carreira de técnico, abriu uma escolinha de futebol, mas teve de optar pela profissão de motorista para sustentar a família. Engana-se quem pensa que ele se arrepende. O ex-jogador tem paixão pelo que faz e garante que não deixa faltar nada em casa. Só lamenta o fato de hoje não conseguir mais cumprir com a sua rotina.
O problema na perna de Caio não é novo. Porém, por não entender a real gravidade da enfermidade, ele deixou o quadro se agravar. Hoje corre o risco de ter de amputar o membro e depende do Sistema único de Saúde (SUS) para ser operado.
Caio (D) comemora com Osvaldo um dos gols
do Grêmio na Libertadores (Foto: Agência RBS)
- Eu tive uma trombose há muito anos, mas não dei muita importância, até por ser leigo no assunto, e as coisas foram se agravando. As coisas foram evoluindo e eu continuei trabalhando. Existe o risco de amputar a perna, mas eu estou me cuidando para não acontecer isso. O sangue não circula do meu joelho para baixo. Preciso operar para não ter esse risco - explicou ao GloboEsporte.com.
Jogadores como Hugo De León, capitão da equipe de 1983, e até o atual presidente do clube, Fábio Koff, que também era mandatário na época, participaram da campanha para ajudar Caio, que também defendeu clubes como Portuguesa e Botafogo.
O grupo ainda estuda uma maneira de trazer Caio para Porto Alegre para que ele faça a cirurgia e a sua recuperação na cidade onde conquistou as suas maiores glórias. Há até oferta de emprego para que o ex-jogador se muda em definitivo para o Rio Grande do Sul. E ele não descarta a possibilidade:
- Eu amo o sul, eu amo todos vocês. Vivi minha época mais feliz aqui.
COMO AJUDAR
Nome: Luiz Carlos Tavares Franco
Banco: Caixa Econômica Federal
Agência: 1136
Operação: 013
Conta Poupança: 5663-9
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O quadro de trombose envolvendo Caio gerou comoção entre amigos e ex-colegas de profissão. A ponto de o Grêmio oficializar neste sábado um pedido de ajuda aos gremistas para evitar que o ex-jogador ampute a perna direita. O porta-voz da mensagem foi o ex-ponteiro Tarciso, hoje vereador, e, em 1983, colega de ataque de Caio nas conquistas da Libertadores e do Mundial.
Em entrevista para a Grêmio TV, Tarciso Flecha Negra revelou ter conversado com gremistas que fizeram parte daquela campanha vitoriosa para buscar auxilio ao ex-companheiro de 59 anos. Emocionado, pede contribuições para o ex-atacante. Por não conseguir trabalhar mais, Caio acumula problemas financeiros.
- Recebi no meu Facebook sobre essa cirurgia, que o Caio estava sujeito a amputar a perna. Foi como um tiro no coração. Todos nós estamos sujeitos a esses desastres da vida. Estou muito emocionado. Liguei para o De León, falei com o doutor Fábio Koff, com o Baidek, de 83. Todos estão empenhados em ajudá-lo. Espero que Deus nos abençoe para que a gente possa ajudar e tu voltar a trabalhar onde quiser – disse Tarciso.
Vivendo em São Luís, no Maranhão, Caio tenta conseguir uma cirurgia para evitar ter de amputar a mesma perna que marcou um dos gols mais importantes da história do Grêmio. O gol que abriu a vitória por 2 a 1 sobre o Peñarol na final da Libertadores de 1983. O seu drama foi revelado pelo próprio ex-atleta em entrevista nesta semana ao GloboEsporte.com.
- Quem não lembra do Caio contra o Peñarol, onde deu inicio a grande vitória do título que temos muito orgulho. Ele tem sido essa cara muito humilde e simples, uma pessoa maravilhosa que desfrutei nas concentrações. Caio, estou falando aberto para os gremistas que te viram jogar e vibraram com teu gol. Quem quiser ajudar o Caio, não é R$ 1 milhão, está aí - completa Flecha Negra.
Caio atua como taxista no aeroporto da capital maranhense. Depois de abandonar o futebol, chegou a tentar a carreira de técnico, abriu uma escolinha de futebol, mas teve de optar pela profissão de motorista para sustentar a família. Engana-se quem pensa que ele se arrepende. O ex-jogador tem paixão pelo que faz e garante que não deixa faltar nada em casa. Só lamenta o fato de hoje não conseguir mais cumprir com a sua rotina.
O problema na perna de Caio não é novo. Porém, por não entender a real gravidade da enfermidade, ele deixou o quadro se agravar. Hoje corre o risco de ter de amputar o membro e depende do Sistema único de Saúde (SUS) para ser operado.
Caio (D) comemora com Osvaldo um dos golsdo Grêmio na Libertadores (Foto: Agência RBS)
- Eu tive uma trombose há muito anos, mas não dei muita importância, até por ser leigo no assunto, e as coisas foram se agravando. As coisas foram evoluindo e eu continuei trabalhando. Existe o risco de amputar a perna, mas eu estou me cuidando para não acontecer isso. O sangue não circula do meu joelho para baixo. Preciso operar para não ter esse risco - explicou ao GloboEsporte.com.
Jogadores como Hugo De León, capitão da equipe de 1983, e até o atual presidente do clube, Fábio Koff, que também era mandatário na época, participaram da campanha para ajudar Caio, que também defendeu clubes como Portuguesa e Botafogo.
O grupo ainda estuda uma maneira de trazer Caio para Porto Alegre para que ele faça a cirurgia e a sua recuperação na cidade onde conquistou as suas maiores glórias. Há até oferta de emprego para que o ex-jogador se muda em definitivo para o Rio Grande do Sul. E ele não descarta a possibilidade:
- Eu amo o sul, eu amo todos vocês. Vivi minha época mais feliz aqui.
COMO AJUDAR
Nome: Luiz Carlos Tavares Franco
Banco: Caixa Econômica Federal
Agência: 1136
Operação: 013
Conta Poupança: 5663-9
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