Grêmio espera vencer Gre-Nal para não igualar marca de 30 anos | Foto: Lucas Uebel / Flickr Grêmio / Divulgação / CP
Vale, teoricamente, os mesmos três pontos que qualquer outra rodada. Na prática, no entanto, o peso de um Gre-Nal é infinitamente superior a qualquer outro confronto do Brasileirão. Ainda mais para quem está há nove clássicos sem derrotar o seu grande rival. O jejum vem desde 2012 e pode alcançar marcas semelhantes às enfrentadas contra os melhores times do Inter, de 30 anos atrás.
O Grêmio não fica a dez partidas sem bater o tradicional adversário desde o fim dos anos 1970 e início da década de 1980. Entre 1978 e 1981, venceu apenas uma vez em meio a dois jejuns que chegaram a dez confrontos cada um. Alguns anos antes, o clube encarou a sua pior seca, acumulando 17 jogos sem vitória. Os outros três longos tabus remetem a um tempo mais antigo ainda, à época do Rolo Compressor vermelho.
Oito dos nove enfrentamentos deste período ocorreram sob o comando de Fábio Koff. Desde que voltou à cadeira da presidência, o mandatário não conseguiu bater o maior rival. A chance derradeira é neste domingo na Arena. As últimas gestões que passaram em branco foram as de Paulo Odone e Luiz Carlos Silveira Martins, com a diferença que o clássico foi disputado em um número bem menor de oportunidades.
Na volta de Odone ao cargo de presidente, no biênio 2005/2006, o clássico não foi disputado no primeiro ano. No segundo, foram três empates — dois deles que garantiram o título do Campeonato Gaúcho ao Grêmio — e uma vitória do Inter. Após ser reeleito, a equipe voltou a vencer o rival na temporada seguinte. Com Cacalo como mandatário, entre 1997 e 1998, foram três derrotas e dois empates em Gre-Nais.
Maiores jejuns
17/10/1971 até 13/5/1975
17 jogos (7 empates e 10 derrotas)
1º/5/1947 até 7/9/1949
16 jogos (5 empates e 11 derrotas)
11/1/1942 até 28/5/1944
12 jogos (3 empates e 9 derrotas)
17/8/1952 até 9/1/1955
11 jogos (4 empates e 7 derrotas)
7/9/1978 até 22/7/1979
10 jogos (6 empates e 4 derrotas)
20/9/1979 até 29/11/1981
10 jogos (7 empates e 3 derrotas)
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Vale, teoricamente, os mesmos três pontos que qualquer outra rodada. Na prática, no entanto, o peso de um Gre-Nal é infinitamente superior a qualquer outro confronto do Brasileirão. Ainda mais para quem está há nove clássicos sem derrotar o seu grande rival. O jejum vem desde 2012 e pode alcançar marcas semelhantes às enfrentadas contra os melhores times do Inter, de 30 anos atrás.
O Grêmio não fica a dez partidas sem bater o tradicional adversário desde o fim dos anos 1970 e início da década de 1980. Entre 1978 e 1981, venceu apenas uma vez em meio a dois jejuns que chegaram a dez confrontos cada um. Alguns anos antes, o clube encarou a sua pior seca, acumulando 17 jogos sem vitória. Os outros três longos tabus remetem a um tempo mais antigo ainda, à época do Rolo Compressor vermelho.
Oito dos nove enfrentamentos deste período ocorreram sob o comando de Fábio Koff. Desde que voltou à cadeira da presidência, o mandatário não conseguiu bater o maior rival. A chance derradeira é neste domingo na Arena. As últimas gestões que passaram em branco foram as de Paulo Odone e Luiz Carlos Silveira Martins, com a diferença que o clássico foi disputado em um número bem menor de oportunidades.
Na volta de Odone ao cargo de presidente, no biênio 2005/2006, o clássico não foi disputado no primeiro ano. No segundo, foram três empates — dois deles que garantiram o título do Campeonato Gaúcho ao Grêmio — e uma vitória do Inter. Após ser reeleito, a equipe voltou a vencer o rival na temporada seguinte. Com Cacalo como mandatário, entre 1997 e 1998, foram três derrotas e dois empates em Gre-Nais.
Maiores jejuns
17/10/1971 até 13/5/1975
17 jogos (7 empates e 10 derrotas)
1º/5/1947 até 7/9/1949
16 jogos (5 empates e 11 derrotas)
11/1/1942 até 28/5/1944
12 jogos (3 empates e 9 derrotas)
17/8/1952 até 9/1/1955
11 jogos (4 empates e 7 derrotas)
7/9/1978 até 22/7/1979
10 jogos (6 empates e 4 derrotas)
20/9/1979 até 29/11/1981
10 jogos (7 empates e 3 derrotas)
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