Barbárie marcou duelo entre Atlético-PR e Vasco, em 2013 (Foto: Agência o Globo/Agência Estado)
Uma briga generalizada entre torcedores de Vasco e Atlético-PR, em Joinville, na última rodada do Campeonato Brasileiro de 2013 motivou as autoridades brasileiras a se unirem contra a violência no futebol. Quase um ano depois, no entanto, pouco avançou em meio à lista de propostas apresentadas pelo governo, segundo noticiou o jornal “O Estado de São Paulo”.
De acordo com o diário paulista, itens como a criação de delegacias especiais para os torcedores e um cadastro nacional de torcedores, que impediria a entrada de pessoas com histórico violento em estádios, não foram para a frente. A ideia de se modernizar os sistemas de segurança das arenas dentro do padrão da Copa do Mundo e impor penas como perda de pontos a clubes cujas torcidas se envolvessem em brigas também não tiveram resultados práticos.
Ressaltando que a maioria das propostas foram prometidas para antes do Mundial, que aconteceu entre junho e junho deste ano, no Brasil, o “Estadão” destaca que, de concreto, no momento, há apenas a efetivação de um órgão formado por representantes dos ministérios da Justiça e do Esporte, do Conselho Nacional de Defesa Nacional, da área de segurança público, de torcidas organizadas e pesquisadores, conhecido como Comissão Nacional de Prevenção da Violência e Segurança nos Espetáculos Esportivos.
Ao todo, foram apresentadas nove propostas após a violenta briga na Arena Joinville, que deixou torcedores gravemente feridos, como fruto da reunião entre os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e do Esporte, Aldo Rebelo. Daquele episódio para cá, 13 pessoas morreram por causa de confrontos entre torcidas. A última foi o palmeirense Leonardo da Mata Santos, atingido por um veículo enquanto atuava em uma emboscada contra santistas, na rodovia Anchieta, em São Paulo, no último domingo.
Tornozeleira eletrônica
Entrevistado pelo “Estadão”, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse que o governo ainda estuda novas propostas para se impedir que torcedores violentos retornem aos palcos dos jogos. Segundo ele, alguns estados, como Rio Grande do Sul e Minas Gerais, cogitam adotar o controle de torcedores punidos pela prática da violência com tornozeleiras eletrônicas.
Rebelo ainda afirmou ao jornal paulista que já foi encaminhada aos tribunais de justiça dos estados a orientação para a criação de varas especializadas para o futebol. De acordo com o ministro, o objetivo é punir o torcedor violento, uma vez que impunidade estimula a criminalidade.
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De acordo com o diário paulista, itens como a criação de delegacias especiais para os torcedores e um cadastro nacional de torcedores, que impediria a entrada de pessoas com histórico violento em estádios, não foram para a frente. A ideia de se modernizar os sistemas de segurança das arenas dentro do padrão da Copa do Mundo e impor penas como perda de pontos a clubes cujas torcidas se envolvessem em brigas também não tiveram resultados práticos.
Ressaltando que a maioria das propostas foram prometidas para antes do Mundial, que aconteceu entre junho e junho deste ano, no Brasil, o “Estadão” destaca que, de concreto, no momento, há apenas a efetivação de um órgão formado por representantes dos ministérios da Justiça e do Esporte, do Conselho Nacional de Defesa Nacional, da área de segurança público, de torcidas organizadas e pesquisadores, conhecido como Comissão Nacional de Prevenção da Violência e Segurança nos Espetáculos Esportivos.
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Rebelo ainda afirmou ao jornal paulista que já foi encaminhada aos tribunais de justiça dos estados a orientação para a criação de varas especializadas para o futebol. De acordo com o ministro, o objetivo é punir o torcedor violento, uma vez que impunidade estimula a criminalidade.
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