Nem só do brilho evidente, da imposição pelo desempenho, vive um time vencedor. O plano de contingência, aquele que se tira da gaveta quando as coisas não andam bem, tem de estar bem ensaiado. O cenário da vitória gremista sobre o Pachuca, na semifinal do Mundial, não é estranho ao torcedor. Quando o adversário dá as cartas e controla o jogo, entra em ação a solidez da linha defensiva do Grêmio, que mantém o resultado até que a equipe retome as rédeas da partida.
Foi o que aconteceu do meio para o fim do primeiro tempo. Após um início truncado e equilibrado, o Pachuca passou a dominar. Aproveitou-se dos graves problemas de saída de bola do Grêmio, uma possível consequência da ausência de Arthur que tirou do time a habitual fluência nas trocas de passe, e trouxe Luan para trás, na tentativa de corrigir o início das jogadas.
Com a marcação gremista retraída, sem fazer pressão sobre zagueiros e volantes, havia tempo para o Pachuca sair de trás sem ser incomodado. Uma liberdade que foi aproveitada para encontrar meias às costas dos volantes gremistas — especialmente Honda. Desenhou-se, assim, um cenário preocupante. E aí, entrou em ação o último combate, dado pelo posicionamento correto de Edilson, o poder de antecipação e leitura de jogo de Geromel, a força física de Kannemann e as duas decisivas intervenções de Bruno Cortez, bloqueando finalizações de Honda.
No segundo tempo, o Grêmio seguiu com dificuldades para começar as jogadas, mas Renato meteu a mão no time para facilitar a vida de seus jogadores. Jael segurou os zagueiros, abrindo espaço entre as linhas de defesa e de meio-campo do Pachuca — um espaço que Luan aproveitou no chute de fora da área defendido por Pérez. A entrada de Everton, que passou Ramiro para trás e Fernandinho para a direita, fez o time finalmente evoluir na saída de bola. E a insistência, combinada com o desgaste já evidente do adversário e a brilhante iniciativa de Everton, trouxe a vitória. Ela só foi possível porque, na hora difícil, a última fortaleza de resistência tricolor não foi derrubada. Mais uma vez.
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Foi o que aconteceu do meio para o fim do primeiro tempo. Após um início truncado e equilibrado, o Pachuca passou a dominar. Aproveitou-se dos graves problemas de saída de bola do Grêmio, uma possível consequência da ausência de Arthur que tirou do time a habitual fluência nas trocas de passe, e trouxe Luan para trás, na tentativa de corrigir o início das jogadas.
Com a marcação gremista retraída, sem fazer pressão sobre zagueiros e volantes, havia tempo para o Pachuca sair de trás sem ser incomodado. Uma liberdade que foi aproveitada para encontrar meias às costas dos volantes gremistas — especialmente Honda. Desenhou-se, assim, um cenário preocupante. E aí, entrou em ação o último combate, dado pelo posicionamento correto de Edilson, o poder de antecipação e leitura de jogo de Geromel, a força física de Kannemann e as duas decisivas intervenções de Bruno Cortez, bloqueando finalizações de Honda.
No segundo tempo, o Grêmio seguiu com dificuldades para começar as jogadas, mas Renato meteu a mão no time para facilitar a vida de seus jogadores. Jael segurou os zagueiros, abrindo espaço entre as linhas de defesa e de meio-campo do Pachuca — um espaço que Luan aproveitou no chute de fora da área defendido por Pérez. A entrada de Everton, que passou Ramiro para trás e Fernandinho para a direita, fez o time finalmente evoluir na saída de bola. E a insistência, combinada com o desgaste já evidente do adversário e a brilhante iniciativa de Everton, trouxe a vitória. Ela só foi possível porque, na hora difícil, a última fortaleza de resistência tricolor não foi derrubada. Mais uma vez.
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Comentários
Comentários (2)
parabéns, analisar o setor de meio campo, como faz falta a presença do menino Arthur
o grêmio ta muito bem de laterais Edilson e cortes estão de parabéns jogam com raça do jeito que a torcida gosta
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