Pedro Rocha trocou o Grêmio pelo Spartak Moscou, da Rússia, no último dia da janela
O Diadema entrou na Justiça e pediu bloqueio das contas do Grêmio por conta da venda de Pedro Rocha. O clube do interior de São Paulo alega que detém 30% dos direitos econômicos do meia-atacante, agora jogador do Spartak Moscou-RUS, e até conseguiu uma liminar para fazer o Tricolor depositar cerca de R$ 13,6 milhões em juízo. Só que o time gaúcho recorreu e obteve um efeito suspensivo que dispensa a retenção do valor.
As partes se preparam, agora, para a análise do mérito, ou seja, o debate jurídico sobre quem tem razão quanto à divisão dos direitos econômicos de Pedro Rocha.
O atacante foi negociado por 12 milhões de euros (R$ 45,4 milhões na cotação atual) e logo depois da transferência o Clube Atlético Diadema reclamou percentual da operação. O Grêmio afirma que uma cláusula no contrato firmado com o CAD lhe assegura 100% dos direitos depois de 31 de dezembro de 2015. O UOL Esporte mostrou o trecho do documento.
Já o Diadema usa balanços do Grêmio, posteriores à data presente na cláusula, para reiterar que detinha pouco menos de um terço dos direitos econômicos do meia-atacante. No demonstrativo financeiro de 2016, apresentado pelo Tricolor, ainda constava 70% ao lado do nome de Pedro Rocha. O clube paulista também afirma que depois de 31 de dezembro de 2015 foi procurado por dirigentes gaúchos a fim de negociar mais uma parte de Pedro Rocha.
A liminar em favor do Diadema foi concedida pela 12ª Vara Cível de Porto Alegre, em 10 de outubro, e assinada pelo juiz Juliano da Costa Stumpf. O Grêmio conseguiu agravo na 20ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, em 31 de outubro, com assinatura do desembargador Glênio José Wasserstein Hekman.
Em nenhuma das decisões é citada a quantia específica a ser depositada em juízo. O Diadema, inclusive, pediu acesso ao contrato entre Grêmio e Spartak Moscou para confirmar o valor total da transação.
Para deferir o pedido do Diadema, a decisão em primeiro grau contestou a situação financeira do Grêmio, que prevê realização plena do orçamento de 2017, afirmando que "não é exatamente o que demonstram os mesmos balanços financeiros já indicados e o que se tem por fato notório em relação ao Grêmio e aos demais grandes clubes de futebol do Brasil, invariavelmente com receitas há muito antecipadas e altos custos com folhas salariais e despesas de administração a determinar despesas sempre maiores do que suas receitas ordinárias, com déficits anuais recorrentes".
Já a decisão em segundo grau, em favor do Tricolor, lembrou que existem outras garantias possíveis. "Há outras formas de garantia além da apreensão e indisponibilidade de importância em dinheiro, o Grêmio é um clube de futebol que detém de patrimônio apreciável, assim como necessita de dinheiro para suas atividades regulares". A ação que vai debater a divisão dos direitos deve ser protocolada em até duas semanas.
Herói no título da Copa do Brasil do ano passado, Pedro Rocha chegou ao Grêmio em 2014. Nesta temporada era um dos destaques do time treinado por Renato Gaúcho e foi negociado no último dia da janela de transferências da Europa.
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As partes se preparam, agora, para a análise do mérito, ou seja, o debate jurídico sobre quem tem razão quanto à divisão dos direitos econômicos de Pedro Rocha.
O atacante foi negociado por 12 milhões de euros (R$ 45,4 milhões na cotação atual) e logo depois da transferência o Clube Atlético Diadema reclamou percentual da operação. O Grêmio afirma que uma cláusula no contrato firmado com o CAD lhe assegura 100% dos direitos depois de 31 de dezembro de 2015. O UOL Esporte mostrou o trecho do documento.
Já o Diadema usa balanços do Grêmio, posteriores à data presente na cláusula, para reiterar que detinha pouco menos de um terço dos direitos econômicos do meia-atacante. No demonstrativo financeiro de 2016, apresentado pelo Tricolor, ainda constava 70% ao lado do nome de Pedro Rocha. O clube paulista também afirma que depois de 31 de dezembro de 2015 foi procurado por dirigentes gaúchos a fim de negociar mais uma parte de Pedro Rocha.
A liminar em favor do Diadema foi concedida pela 12ª Vara Cível de Porto Alegre, em 10 de outubro, e assinada pelo juiz Juliano da Costa Stumpf. O Grêmio conseguiu agravo na 20ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, em 31 de outubro, com assinatura do desembargador Glênio José Wasserstein Hekman.
Em nenhuma das decisões é citada a quantia específica a ser depositada em juízo. O Diadema, inclusive, pediu acesso ao contrato entre Grêmio e Spartak Moscou para confirmar o valor total da transação.
Para deferir o pedido do Diadema, a decisão em primeiro grau contestou a situação financeira do Grêmio, que prevê realização plena do orçamento de 2017, afirmando que "não é exatamente o que demonstram os mesmos balanços financeiros já indicados e o que se tem por fato notório em relação ao Grêmio e aos demais grandes clubes de futebol do Brasil, invariavelmente com receitas há muito antecipadas e altos custos com folhas salariais e despesas de administração a determinar despesas sempre maiores do que suas receitas ordinárias, com déficits anuais recorrentes".
Já a decisão em segundo grau, em favor do Tricolor, lembrou que existem outras garantias possíveis. "Há outras formas de garantia além da apreensão e indisponibilidade de importância em dinheiro, o Grêmio é um clube de futebol que detém de patrimônio apreciável, assim como necessita de dinheiro para suas atividades regulares". A ação que vai debater a divisão dos direitos deve ser protocolada em até duas semanas.
Herói no título da Copa do Brasil do ano passado, Pedro Rocha chegou ao Grêmio em 2014. Nesta temporada era um dos destaques do time treinado por Renato Gaúcho e foi negociado no último dia da janela de transferências da Europa.
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Comentários
Comentários (1)
Se é de São Paulo eles querem é 30cm. Isso sim.
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