Doriva foi um dos últimos técnicos a cair na Série A do Brasileirão 2014 (Foto: Getty Images)
Após as quedas de mais três técnicos no Brasileirão depois do último fim de semana - Roth no Coritiba, Doriva no Atlético-PR e Wagner Lopes no Criciúma -, o campeonato de 2014 alcançou o número de mudanças do turno de 2013, faltando ainda duas rodadas para a metade da competição. Foram 16 trocas de comando até o momento e alguns seguem ameaçados no cargo como o argentino Ricardo Gareca no Palmeiras. Se não mudou muita coisa na Série A, o mesmo não pode se falar da Série B, já que as trocas na Segundona caíram de 22 para 17 em 2014 e, assim como na Primeira Divisão, nove treinadores mantiveram o emprego faltando apenas os jogos deste fim de semana para o encerramento do turno da Segundona. Em 2013, apenas quatro técnicos estavam no cargo desde o início da Série B ao fim de 19 jornadas.
Na elite, a primeira mudança ocorreu logo após o primeiro jogo. Paulo Autuori já vinha desgastado no Atlético-MG, estreou no Brasileirão com empate em casa diante do Corinthians e, de quebra, perdeu o jogo de ida das oitavas da Libertardores, diante do Nacional de Medellín. Na segunda rodada, Levir Culpi estava de volta ao Galo. O mau início dos catarinenses Criciúma e Figueirense fez com que suas diretorias optassem pela demissão de Caio Júnior e Vinícius Eutrópio, respectivamente depois de duas rodadas.
Cinco clubes já realizaram duas trocas. Tigre e Figueira estão nesta lista também. No time do interior de Santa Catarina, Caio Júnior deu vaga a Wagner Lopes, que caiu no último fim de semana e o cargo está ocupado interinamente por Wilson Vaterkemper. Na equipe da capital, depois de Eutrópio, Guto Ferreira ganhou o emprego, e o passou para Argel Fucks na 12ª rodada. O Flamengo começou com Jayme de Almeida, o trocou por Ney Franco, que foi substituído por Vanderlei Luxemburgo. Já no Vitória, Ney Franco começou o campeonato, deu lugar a Jorginho e vai reassumir o posto no domingo que vem. Por fim, o Atlético-PR teve Miguel Ángel Portugal, Doriva e agora tem o interino Leandro Ávila à frente da equipe.
Interinos, por sinal, já comandaram os times de Atlético-PR (Leandro Ávila), Bahia (Charles Fabian), Grêmio (André Jardine), Palmeiras (Alberto Valentim) e Vitória (Carlos Amadeu e Éder Bastos) no Brasileirão 2014 por ao menos uma rodada. O Criciúma, com Wilson Vaterkemper, está prestes a entrar para essa lista no próximo fim de semana.

MAIS PACIÊNCIA COM TÉCNICOS NA SÉRIE B
Normalmente, apenas os times que integram o G-4 costumam manter o treinador ao fim do primeiro turno na Série B do Brasileirão. Até o momento, as coisas mudaram nesta temporada e os profissionais têm conseguido dar uma sequência maior aos trabalhos. Nove técnicos estão desde o início da competição. América-MG (líder) mantém Moacir Júnior, o Ceará (2º) segue com Sérgio Soares e o Vasco (3º) está firme com Adilson Batista. Ainda na lista: Joinville (5º) com Hemerson Maria, Luverdense (6º) com Júnior Rocha, Boa Esporte (8º) com Nedo Xavier, ABC (12º) com Zé Teodoro, América-RN (14º) com Oliveira Canindé e Paraná (15º) com Claudinei Oliveira.
Moacir Júnior comanda o líder América-MG desde o início da Série B do Brasileirão (Foto: Jamira Furlani/Avaí FC)
Assim como na Série A, a primeira troca só precisou de uma rodada. Vica deixou o Santa Cruz e foi substituído por Sérgio Guedes, que segue no emprego até agora. O recorde de mudanças é do Oeste, que está no Z-4. A equipe de Itápolis está no quarto treinador. Antes de Roberto Cavalo, ocuparam a posição José Macena, Francisco Diá e Luís Carlos Martins.

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Na elite, a primeira mudança ocorreu logo após o primeiro jogo. Paulo Autuori já vinha desgastado no Atlético-MG, estreou no Brasileirão com empate em casa diante do Corinthians e, de quebra, perdeu o jogo de ida das oitavas da Libertardores, diante do Nacional de Medellín. Na segunda rodada, Levir Culpi estava de volta ao Galo. O mau início dos catarinenses Criciúma e Figueirense fez com que suas diretorias optassem pela demissão de Caio Júnior e Vinícius Eutrópio, respectivamente depois de duas rodadas.
Cinco clubes já realizaram duas trocas. Tigre e Figueira estão nesta lista também. No time do interior de Santa Catarina, Caio Júnior deu vaga a Wagner Lopes, que caiu no último fim de semana e o cargo está ocupado interinamente por Wilson Vaterkemper. Na equipe da capital, depois de Eutrópio, Guto Ferreira ganhou o emprego, e o passou para Argel Fucks na 12ª rodada. O Flamengo começou com Jayme de Almeida, o trocou por Ney Franco, que foi substituído por Vanderlei Luxemburgo. Já no Vitória, Ney Franco começou o campeonato, deu lugar a Jorginho e vai reassumir o posto no domingo que vem. Por fim, o Atlético-PR teve Miguel Ángel Portugal, Doriva e agora tem o interino Leandro Ávila à frente da equipe.
Interinos, por sinal, já comandaram os times de Atlético-PR (Leandro Ávila), Bahia (Charles Fabian), Grêmio (André Jardine), Palmeiras (Alberto Valentim) e Vitória (Carlos Amadeu e Éder Bastos) no Brasileirão 2014 por ao menos uma rodada. O Criciúma, com Wilson Vaterkemper, está prestes a entrar para essa lista no próximo fim de semana.

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Normalmente, apenas os times que integram o G-4 costumam manter o treinador ao fim do primeiro turno na Série B do Brasileirão. Até o momento, as coisas mudaram nesta temporada e os profissionais têm conseguido dar uma sequência maior aos trabalhos. Nove técnicos estão desde o início da competição. América-MG (líder) mantém Moacir Júnior, o Ceará (2º) segue com Sérgio Soares e o Vasco (3º) está firme com Adilson Batista. Ainda na lista: Joinville (5º) com Hemerson Maria, Luverdense (6º) com Júnior Rocha, Boa Esporte (8º) com Nedo Xavier, ABC (12º) com Zé Teodoro, América-RN (14º) com Oliveira Canindé e Paraná (15º) com Claudinei Oliveira.
Moacir Júnior comanda o líder América-MG desde o início da Série B do Brasileirão (Foto: Jamira Furlani/Avaí FC)Assim como na Série A, a primeira troca só precisou de uma rodada. Vica deixou o Santa Cruz e foi substituído por Sérgio Guedes, que segue no emprego até agora. O recorde de mudanças é do Oeste, que está no Z-4. A equipe de Itápolis está no quarto treinador. Antes de Roberto Cavalo, ocuparam a posição José Macena, Francisco Diá e Luís Carlos Martins.

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