Bruno Alencastro / Agencia RBS
No desde já histórico 30 de novembro, presenciaremos a primeira decisão da Arena, um magnífico estádio erguido totalmente do nada, moderno, de acordo com as grandezas do Tricolor.
A divulgação do sorteio dos mandos de campo deixou a torcida ainda mais animada. Com a expectativa da lotação total do estádio, e até de uma área externa com telões, surge a dúvida: é melhor que o segundo jogo seja em casa?
Pensando enquanto torcedor, com a possibilidade de comemorar um título depois de 15 anos dentro de nosso estádio, a resposta óbvia é sim! Porém, refletindo de cabeça mais fria, enquanto jornalista e analista de futebol, aavaliando a qualidade do adversário, fico quase em cima do muro, por um motivo simples. Como já falei em outras colunas, o resultado do primeiro jogo é preponderante para o sucesso na partida decisiva.
Sei que exceções acontecem, mas é bem mais comum que um time que consiga uma boa vantagem no primeiro jogo a confirme no segundo. Com isso, quero dizer que o resultado do primeiro é que dirá quem traz vantagem. Se o Atlético-MG ganhar a partida em Belo Horizonte por 2 a 0, por exemplo, teremos imensas dificuldades para reverter o jogo aqui.
Nada de desmobilização
Enquanto isso, vejo aqui e ali preocupações sobre esse hiato de 21 dias entre a classificação para a final e o primeiro jogo, que poderia gerar uma certa desmobilização no time. Não vejo por aí, e acredito que a solução é simples: time titular nos próximos dois jogos, que venham duas vitórias. Assim, chegaremos ainda mais motivados para a final.
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Sei que exceções acontecem, mas é bem mais comum que um time que consiga uma boa vantagem no primeiro jogo a confirme no segundo. Com isso, quero dizer que o resultado do primeiro é que dirá quem traz vantagem. Se o Atlético-MG ganhar a partida em Belo Horizonte por 2 a 0, por exemplo, teremos imensas dificuldades para reverter o jogo aqui.
Nada de desmobilização
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