Foto: Diego Vara
Definida, domingo, como prioridade pelo presidente Romildo Bolzan Júnior, a Copa do Brasil é a última esperança do Grêmio de salvar 2016. É a competição que mais aproxima da Libertadores, já que, no Brasileirão, desapareceram as chances de título e a distância do G-4 aumenta a cada rodada - atualmente, já são oito pontos.
A perda do Gauchão, o insucesso na primeira Liga e a precoce eliminação na Libertadores, todas competições com Roger Machado no comando, frustraram a torcida e aumentam a cobrança sobre a direção. A aposta no ídolo Renato Portaluppi pode ajudar a diminuir a pressão.
Se o desempenho da equipe fosse confiável neste momento, não seria difícil prever uma passagem sem maiores dificuldades para as quartas de final, depois da vitória por 1 a 0 no jogo de ida contra o Atlético-PR. Aquele resultado, porém, foi um hiato em uma fase de declínio técnico. Depois daquele jogo, o time não venceu mais no Brasileirão. Já são sete jogos sem conquistar três pontos, fator determinante para a saída de Roger.
"O ano é a Copa do Brasil. Não é que se trate da última esperança de salvar o ano. Mas é a maneira mais viável de chegar à Libertadores", resume o presidente Romildo Bolzan Júnior.
Ele confia que o efeito Renato também possa se fazer sentir no Brasileirão. Por isso, trata de desfazer a impressão de que o clube, hoje na 11ª posição, a pior desde o início, esteja renunciando à competição.
"Temos que administrar o Brasileirão. Não estamos abrindo mão de nada. O negócio é voltar a ganhar e ver os resultados paralelos", recomenda.
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Se o desempenho da equipe fosse confiável neste momento, não seria difícil prever uma passagem sem maiores dificuldades para as quartas de final, depois da vitória por 1 a 0 no jogo de ida contra o Atlético-PR. Aquele resultado, porém, foi um hiato em uma fase de declínio técnico. Depois daquele jogo, o time não venceu mais no Brasileirão. Já são sete jogos sem conquistar três pontos, fator determinante para a saída de Roger.
"O ano é a Copa do Brasil. Não é que se trate da última esperança de salvar o ano. Mas é a maneira mais viável de chegar à Libertadores", resume o presidente Romildo Bolzan Júnior.
Ele confia que o efeito Renato também possa se fazer sentir no Brasileirão. Por isso, trata de desfazer a impressão de que o clube, hoje na 11ª posição, a pior desde o início, esteja renunciando à competição.
"Temos que administrar o Brasileirão. Não estamos abrindo mão de nada. O negócio é voltar a ganhar e ver os resultados paralelos", recomenda.
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Comentários
Comentários (1)
Fala muito!
Devia tratar jogo a jogo! sempre jogar para ganhar! não importa se é dentro ou fora de casa!
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