Barcos comemora gol contra o Corinthians (Foto: Lucas Uebel/Grêmio, Divulgação)
O 24 de agosto não será esquecido tão cedo por Barcos. Após ficar duas partidas fora do time em função de uma lombalgia, o Pirata voltou ao time neste domingo, contra o Corinthians. E, provou que a pontaria segue em dia. Mas não foram gols comuns. Com os dois gols marcados na vitória por 2 a 1, o argentino desbancou Oberti e virou o maior artilheiro estrangeiro da história do clube.
O camisa 9 chegou a 36 gols em 92 jogos pelo Tricolor, uma média de 0,39 por partida. Já o também argentino Oberti, que ostentava a marca até este domingo, balançou as redes 35 oportunidades nos 105 jogos disputados entre 1972 e 1974, uma média de 0,33 por partida.
O clube não tem uma relação específica sobre os maiores artilheiros de fora do país no Grêmio. Tem apenas uma lista geral dos maiores goleadores da história. Alcindo lidera a lista, com 231 gols marcados. O Pirata ainda está longe dos principais matadores do Tricolor, é verdade, mas construiu neste domingo mais um capítulo de sua passagem pelo clube.
No jogo contra o Corinthians, Barcos teve um primeiro tempo apagado. Quase não levou perigo ao gol de Cássio. Aos 45 minutos, recebeu uma bola dentro da área, mas, ao tentar dominar errou. Na saída para o intervalo, teve uma forte discussão com Fellipe Bastos.
Parecia que seria mais uma jornada ruim do Pirata. Só parecia. Veio a segunda etapa e tudo mudou. Logo no primeiro lance, aos 20 segundos, Zé Roberto cruzou para Giuliano, que não conseguiu dominar, mas deu um toque para o centroavante. O suficiente para Barcos chegar, deslocar o goleiro corintiano e fazer a tradicional comemoração com um olho tapado e o punho fechado. Fellipe Bastos, então, abraçou o companheiro e vibrou efusivamente.
O que já estava bom para os tricolores ficou ainda melhor três minutos depois. Dudu cruzou na área. A zaga do Timão cochilou. Bem posicionado, Barcos chutou em cima de Cássio, que não conseguiu evitar e viu a bola morrer novamente no fundo das redes. Era o gol histórico, que o colocou como o maior artilheiro gringo dos 110 anos de Grêmio.

Além de ter sido o responsável pela vitória tricolor, Barcos fez seu quinto gol nos últimos quatro jogos em que esteve em campo (desfalcou o time na vitória por 2 a 0 sobre o Criciúma e derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro). Ele já tinha marcado dois na derrota por 3 a 2 para o Coritiba – quando acabou com um jejum de sete jogos longe das redes -, que culminou com a queda de Enderson Moreira, e um na derrota por 2 a 1 para o Vitória, quando André Jardine comandou a equipe interinamente.
Barcos agora soma sete gols no Brasileirão, e está na vice-liderança entre os artilheiros, junto com Douglas Coutinho, do Atlético-PR, e Henrique, do Palmeiras. O goleador é Ricardo Goulart, do Cruzeiro, com nove. No ano, o Pirata tem 35 jogos oficiais e 22 gols marcados, uma alta média de 0,62 por jogo.
Com a fase inspirada do Pirata e o seu nome de vez na história, o Grêmio espera conseguir um bom resultado contra o Santos na Copa do Brasil. Na quinta, às 20h, o time de Felipão começa a caminhada no torneio que já conquistou quatro vezes.
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O camisa 9 chegou a 36 gols em 92 jogos pelo Tricolor, uma média de 0,39 por partida. Já o também argentino Oberti, que ostentava a marca até este domingo, balançou as redes 35 oportunidades nos 105 jogos disputados entre 1972 e 1974, uma média de 0,33 por partida.
O clube não tem uma relação específica sobre os maiores artilheiros de fora do país no Grêmio. Tem apenas uma lista geral dos maiores goleadores da história. Alcindo lidera a lista, com 231 gols marcados. O Pirata ainda está longe dos principais matadores do Tricolor, é verdade, mas construiu neste domingo mais um capítulo de sua passagem pelo clube.
No jogo contra o Corinthians, Barcos teve um primeiro tempo apagado. Quase não levou perigo ao gol de Cássio. Aos 45 minutos, recebeu uma bola dentro da área, mas, ao tentar dominar errou. Na saída para o intervalo, teve uma forte discussão com Fellipe Bastos.
Parecia que seria mais uma jornada ruim do Pirata. Só parecia. Veio a segunda etapa e tudo mudou. Logo no primeiro lance, aos 20 segundos, Zé Roberto cruzou para Giuliano, que não conseguiu dominar, mas deu um toque para o centroavante. O suficiente para Barcos chegar, deslocar o goleiro corintiano e fazer a tradicional comemoração com um olho tapado e o punho fechado. Fellipe Bastos, então, abraçou o companheiro e vibrou efusivamente.
O que já estava bom para os tricolores ficou ainda melhor três minutos depois. Dudu cruzou na área. A zaga do Timão cochilou. Bem posicionado, Barcos chutou em cima de Cássio, que não conseguiu evitar e viu a bola morrer novamente no fundo das redes. Era o gol histórico, que o colocou como o maior artilheiro gringo dos 110 anos de Grêmio.

Além de ter sido o responsável pela vitória tricolor, Barcos fez seu quinto gol nos últimos quatro jogos em que esteve em campo (desfalcou o time na vitória por 2 a 0 sobre o Criciúma e derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro). Ele já tinha marcado dois na derrota por 3 a 2 para o Coritiba – quando acabou com um jejum de sete jogos longe das redes -, que culminou com a queda de Enderson Moreira, e um na derrota por 2 a 1 para o Vitória, quando André Jardine comandou a equipe interinamente.
Barcos agora soma sete gols no Brasileirão, e está na vice-liderança entre os artilheiros, junto com Douglas Coutinho, do Atlético-PR, e Henrique, do Palmeiras. O goleador é Ricardo Goulart, do Cruzeiro, com nove. No ano, o Pirata tem 35 jogos oficiais e 22 gols marcados, uma alta média de 0,62 por jogo.
Com a fase inspirada do Pirata e o seu nome de vez na história, o Grêmio espera conseguir um bom resultado contra o Santos na Copa do Brasil. Na quinta, às 20h, o time de Felipão começa a caminhada no torneio que já conquistou quatro vezes.
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