Daquelas coisas sem explicação no futebol, o Campeão Olímpico Bruno Schmidt, mesmo tendo nascido em Brasília e sendo criado no Rio de Janeiro, é torcedor do Grêmio.
Sim, do Grêmio. Após ser Campeão Mundial ao lado do seu parceiro Alisson, a diretoria gremista procurou o atleta e transformou ele em um cônsul itinerante do Clube.
“Minha paixão pelo Grêmio é inexplicável. Começou na minha infância, onde eu era louco por futebol e praticava o esporte todos os dias. Na época, minha equipe era o Fluminense, em função da família, mas eu já era obcecado pelo time gaúcho. Acho legal quando as pessoas perguntam o porquê de eu ser gremista. Eu sempre respondo: paixão. Nasci gremista para torcer pelo Clube, independente da posição geográfica ou opinião familiar. Torço por um time muito respeitado e temido”, afirmou o jogador ao site do Grêmio na época.
Bruno tem 29 anos e cresceu bem em uma época de ouro do Tricolor, nas conquistas do Brasileirão de 96 e das Copas do Brasil de 97 e 2001. Talvez isso ajude a explicar o fenômeno.
Um detalhe é que ele é sobrinho do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt e do jornalista Tadeu Schmidt. Tadeu que vai nos seus jogos e frequentemente é visto chorando de emoção na arquibancada.
A homenagem do Grêmio no Twitter:
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Sim, do Grêmio. Após ser Campeão Mundial ao lado do seu parceiro Alisson, a diretoria gremista procurou o atleta e transformou ele em um cônsul itinerante do Clube.
“Minha paixão pelo Grêmio é inexplicável. Começou na minha infância, onde eu era louco por futebol e praticava o esporte todos os dias. Na época, minha equipe era o Fluminense, em função da família, mas eu já era obcecado pelo time gaúcho. Acho legal quando as pessoas perguntam o porquê de eu ser gremista. Eu sempre respondo: paixão. Nasci gremista para torcer pelo Clube, independente da posição geográfica ou opinião familiar. Torço por um time muito respeitado e temido”, afirmou o jogador ao site do Grêmio na época.
Bruno tem 29 anos e cresceu bem em uma época de ouro do Tricolor, nas conquistas do Brasileirão de 96 e das Copas do Brasil de 97 e 2001. Talvez isso ajude a explicar o fenômeno.
Um detalhe é que ele é sobrinho do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt e do jornalista Tadeu Schmidt. Tadeu que vai nos seus jogos e frequentemente é visto chorando de emoção na arquibancada.
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Comentários
Comentários (6)
gremista até a morte
meu cunhado e minha irma sao colorados e meus dois sobrinhos sao gremistas nao adianta esse time siginifica muito mais q um time e uma paixao inesplicavel e infinita
contra atletico mineiro lotaremos a arena e empuramos o gremio pra cima do galo!!
como gremista gostaria do grêmio trazê-lo para assistir um jogo na arena, com toda aquela torcida gritando seu nome seria algo inesquecível para ambos.
Grande gremista parabens
ta no sangue a gente não escolhe. corre nas veia o sangue Gremista.
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