Foto: Rafael Ribeiro / AI CBF,Divulgação
Mesmo tendo a condição de titular absoluto do gol do Grêmio, Marcelo Grohe considera a nova oportunidade na Seleção Brasileira uma chance de aprendizado. Isso porque, durante a preparação para a Copa América Centenário, o goleiro estará rodeado por ídolos da posição: Taffarel e Rogério Ceni.
Ao encontrar a delegação brasileira nesta terça, Grohe vibrou com a chance recebida. Ele apenas lamentou o motivo da convocação: a lesão do companheiro de setor Ederson, do Benfica, que sofreu uma lesão no púbis e, depois de ser reavaliado, foi cortado.
— É uma grande oportunidade, uma grande honra poder estar voltando à Seleção. A gente fica triste pelo companheiro, pela lesão do Ederson. Que ele possa recuperar o mais rápido possível e estar bem. Mas faz parte do futebol. Eu mesmo sofri ano passado com isso. É uma grande oportunidade de aprender com os companheiros, com o professor Taffarel, com o Rogério Ceni, que é um grande ídolo da posição. Vamos trabalhar e ajudar no que for possível.
O goleiro gremista comentou também o esforço que foi necessário fazer para se juntar ao grupo para a Copa América Centenário. Mas não reclamou da situação. Pelo contrário.
— É uma correria gostosa. Acabei recebendo a informação ontem (terça), depois do meio-dia, então a esposa já ajudou a arrumar a mala, fui no clube pegar as coisas e já tive que embarcar no começo da noite. Mas é um prazer imenso poder voltar para a Seleção e poder estar aqui e participar de mais uma Copa América — falou.
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— É uma grande oportunidade, uma grande honra poder estar voltando à Seleção. A gente fica triste pelo companheiro, pela lesão do Ederson. Que ele possa recuperar o mais rápido possível e estar bem. Mas faz parte do futebol. Eu mesmo sofri ano passado com isso. É uma grande oportunidade de aprender com os companheiros, com o professor Taffarel, com o Rogério Ceni, que é um grande ídolo da posição. Vamos trabalhar e ajudar no que for possível.
O goleiro gremista comentou também o esforço que foi necessário fazer para se juntar ao grupo para a Copa América Centenário. Mas não reclamou da situação. Pelo contrário.
— É uma correria gostosa. Acabei recebendo a informação ontem (terça), depois do meio-dia, então a esposa já ajudou a arrumar a mala, fui no clube pegar as coisas e já tive que embarcar no começo da noite. Mas é um prazer imenso poder voltar para a Seleção e poder estar aqui e participar de mais uma Copa América — falou.
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