Grêmio negocia compra da Arena desde a gestão de Fábio Koff (Foto: Eduardo Moura)
O que antes era tido como irreversível, agora já não parece tão certo assim. Após mais de um ano e meio negociando a compra da gestão da Arena junto à OAS, o Grêmio já analisa a possibilidade de desistir do negócio e cumprir o contrato com a construtora, que prevê a exploração do estádio pelo período de 20 anos. Isso porque as tratativas estão paralisadas desde o final do ano passado, em função do processo de recuperação judicial da empresa, recentemente investigada na operação Lava Jato.
A informação foi confirmada pelo presidente Romildo Bolzan Jr. Segundo o mandatário tricolor, a possibilidade de concluir a negociação para a compra da gestão do estádio ainda não está descartada, mas o clube já vê com certo pessimismo as tratativas. Uma definição deve ocorrer nos próximos meses ou, no máximo, até o final do ano, avisa o dirigente.
– Hoje, por conta de tudo o que acontece, dos interesses envolvidos, da situação jurídica e também da recuperação judicial da OAS, é impossível fixar um prazo de definição. Eu acho que nós avançamos muito nas negociações a ponto de dizer o seguinte: estamos muito próximos de concluir a operação ou definitivamente encerrá-la. Desistir do negócio e esperar o prazo ser cumprido – afirma Romildo.
O ex-presidente do Grêmio, Fábio Koff, anunciou o acordo com o OAS em outubro de 2014, pouco antes da eleição que definiu Romildo como presidente gremista. A compra da gestão do estádio é vista como fundamental para o futuro do clube, que desde a inauguração da nova casa, em dezembro de 2012, passou a ter de pegar cerca de R$ 18 milhões de anuais para a construtora, além de ficar sem a renda das bilheterias. O negócio, no entanto, sofreu idas e vindas e parece longe de ser concretizado.
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A informação foi confirmada pelo presidente Romildo Bolzan Jr. Segundo o mandatário tricolor, a possibilidade de concluir a negociação para a compra da gestão do estádio ainda não está descartada, mas o clube já vê com certo pessimismo as tratativas. Uma definição deve ocorrer nos próximos meses ou, no máximo, até o final do ano, avisa o dirigente.
– Hoje, por conta de tudo o que acontece, dos interesses envolvidos, da situação jurídica e também da recuperação judicial da OAS, é impossível fixar um prazo de definição. Eu acho que nós avançamos muito nas negociações a ponto de dizer o seguinte: estamos muito próximos de concluir a operação ou definitivamente encerrá-la. Desistir do negócio e esperar o prazo ser cumprido – afirma Romildo.
O ex-presidente do Grêmio, Fábio Koff, anunciou o acordo com o OAS em outubro de 2014, pouco antes da eleição que definiu Romildo como presidente gremista. A compra da gestão do estádio é vista como fundamental para o futuro do clube, que desde a inauguração da nova casa, em dezembro de 2012, passou a ter de pegar cerca de R$ 18 milhões de anuais para a construtora, além de ficar sem a renda das bilheterias. O negócio, no entanto, sofreu idas e vindas e parece longe de ser concretizado.
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