Roger pode igualar marca negativa d Felipão (Foto: Lucas Rizzatti/GloboEsporte.com)
O Grêmio até trabalha em ambiente de maior conforto, após estrear no Brasileirão com empate contra o atual campeão em seu reduto, mas segue sem dissipar a tensão que acomete o clube após acumular três eliminações no primeiro semestre.
Neste cenário, Roger Machado depara com um elemento especial para pressão, às vésperas do duelo com o Flamengo, no próximo domingo, na Arena.
Em caso de tropeço diante da torcida, o comandante igualará a pior série sem triunfos de seu antecessor – e mestre – no cargo, Felipão.
Ainda em seu primeiro ano da terceira passagem pelo clube, em 2014, Scolari acumulou quatro duelos seguidos sem vitórias, nas últimas quatro rodadas do Brasileirão.
Foram três derrotas (2 a 1 para o Cruzeiro, na Arena, e 1 a 0 para Corinthians e Bahia, fora) e um empate (1 a 1 com o Flamengo, em casa), numa sequência que tornou quase insignificante a arrancada anterior.
Em meio a seis jogos invicto, com quatro vitórias e dois empates, o Tricolor havia garantido um lugar no G-4 do Nacional daquele ano, após aplicar 4 a 1 no maior rival, Inter, na Arena. Viu a campanha ruir com os quatro jogos finais.
Tanto que chegou à última rodada já sem chances de ir à Libertadores e encerrou o campeonato na sétima colocação.
Duas temporadas mais tarde, o Tricolor de Roger Machado chega ao confronto com o Flamengo em meio a três jogos seguidos sem vencer.
Mesmo que o 0 a 0 contra o Corinthians, no último domingo, tenha sido celebrado, os gremistas debutaram no nacional após duas derrotas para o Rosario Central (1 a 0, em casa, e 3 a 0, na Argentina), com consequente eliminação na Libertadores.
Ao contrário da era Felipão, porém, a sequência anterior, mesmo com triunfo, serve como elemento a mais para pressionar os gremistas.
Na partida anterior, o Grêmio alcançou vitória com sabor amargo. No último dia 24, o Tricolor aplicou 3 a 1 no Juventude, mas acabou eliminado do Gauchão, de forma prematura, na semifinal, após a derrota por 2 a 0 no Alfredo Jaconi.

Não à toa, os gremistas aproveitam a semana livre de jogos para trabalhar duro no CT Luiz Carvalho.
Entre os atletas, reina o sentimento de "obrigação" de vencer o Flamengo no domingo para, assim, encaminhar maior tranquilidade na temporada.
– Nós empatamos contra o Corinthians.
Agora, se não conseguirmos a vitória, a gente sabe que a pressão pode voltar novamente.
Nós temos que provar todos os dias. A gente tem que saber lidar com a situação.
Esses primeiros cinco jogos são muito importantes.
Iniciar bem é fundamental. Deixar para correr atrás é complicado. Não importa a posição, todos os jogos são muito difíceis.
No domingo a gente vai encarar outro jogo muito difícil, em casa, e contamos com o apoio da torcida para sair com a vitória – avalia Marcelo Oliveira.
– Quando vêm os bons resultados, muda o ambiente, e nós poderíamos até ter saído com a vitória de lá (Arena Corinthians).
Então, a tendência agora é de melhorar cada vez mais o ambiente. A gente tem que vencer.
A gente joga em casa, então a obrigação da vitória é nossa. Se isso acontecer, é normal que o ambiente melhore – chancela Bobô.
O Tricolor se reapresenta para trabalhos na tarde desta quinta-feira, no CT Luiz Carvalho.
No domingo, às 16h, encara o Flamengo, na Arena, pela segunda rodada do Brasileirão.

Roger foi campeão com Felipão no Grêmio, em 1995 (Foto: Eduardo Deconto/GloboEsporte.com)
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Neste cenário, Roger Machado depara com um elemento especial para pressão, às vésperas do duelo com o Flamengo, no próximo domingo, na Arena.
Em caso de tropeço diante da torcida, o comandante igualará a pior série sem triunfos de seu antecessor – e mestre – no cargo, Felipão.
Ainda em seu primeiro ano da terceira passagem pelo clube, em 2014, Scolari acumulou quatro duelos seguidos sem vitórias, nas últimas quatro rodadas do Brasileirão.
Foram três derrotas (2 a 1 para o Cruzeiro, na Arena, e 1 a 0 para Corinthians e Bahia, fora) e um empate (1 a 1 com o Flamengo, em casa), numa sequência que tornou quase insignificante a arrancada anterior.
Em meio a seis jogos invicto, com quatro vitórias e dois empates, o Tricolor havia garantido um lugar no G-4 do Nacional daquele ano, após aplicar 4 a 1 no maior rival, Inter, na Arena. Viu a campanha ruir com os quatro jogos finais.
Tanto que chegou à última rodada já sem chances de ir à Libertadores e encerrou o campeonato na sétima colocação.
Duas temporadas mais tarde, o Tricolor de Roger Machado chega ao confronto com o Flamengo em meio a três jogos seguidos sem vencer.
Mesmo que o 0 a 0 contra o Corinthians, no último domingo, tenha sido celebrado, os gremistas debutaram no nacional após duas derrotas para o Rosario Central (1 a 0, em casa, e 3 a 0, na Argentina), com consequente eliminação na Libertadores.
Ao contrário da era Felipão, porém, a sequência anterior, mesmo com triunfo, serve como elemento a mais para pressionar os gremistas.
Na partida anterior, o Grêmio alcançou vitória com sabor amargo. No último dia 24, o Tricolor aplicou 3 a 1 no Juventude, mas acabou eliminado do Gauchão, de forma prematura, na semifinal, após a derrota por 2 a 0 no Alfredo Jaconi.

Não à toa, os gremistas aproveitam a semana livre de jogos para trabalhar duro no CT Luiz Carvalho.
Entre os atletas, reina o sentimento de "obrigação" de vencer o Flamengo no domingo para, assim, encaminhar maior tranquilidade na temporada.
– Nós empatamos contra o Corinthians.
Agora, se não conseguirmos a vitória, a gente sabe que a pressão pode voltar novamente.
Nós temos que provar todos os dias. A gente tem que saber lidar com a situação.
Esses primeiros cinco jogos são muito importantes.
Iniciar bem é fundamental. Deixar para correr atrás é complicado. Não importa a posição, todos os jogos são muito difíceis.
No domingo a gente vai encarar outro jogo muito difícil, em casa, e contamos com o apoio da torcida para sair com a vitória – avalia Marcelo Oliveira.
– Quando vêm os bons resultados, muda o ambiente, e nós poderíamos até ter saído com a vitória de lá (Arena Corinthians).
Então, a tendência agora é de melhorar cada vez mais o ambiente. A gente tem que vencer.
A gente joga em casa, então a obrigação da vitória é nossa. Se isso acontecer, é normal que o ambiente melhore – chancela Bobô.
O Tricolor se reapresenta para trabalhos na tarde desta quinta-feira, no CT Luiz Carvalho.
No domingo, às 16h, encara o Flamengo, na Arena, pela segunda rodada do Brasileirão.

Roger foi campeão com Felipão no Grêmio, em 1995 (Foto: Eduardo Deconto/GloboEsporte.com)
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