Monitorado por clubes brasileiros, atacante preferiu permanecer no futebol argentino em 2016 (Divulgação/Racing)
O atacante argentino Gustavo Bou foi o artilheiro da última edição da Copa Bridgestone Libertadores atuando pelo Racing e despertou interesse de clubes do Brasil, como o Corinthians, o Atlético Mineiro e o Grêmio. No entanto, o atleta deverá mesmo ficar no clube de Avellaneda. Depois de entrar em conflito com a diretoria pelo seu desejo de sair, foi acordado que o jogador fica por mais seis meses na equipe.
“Conversei com Blanco porque precisávamos ter uma conversa depois do que aconteceu. Nós dissemos o que devíamos cara a cara e conseguimos definir um bom final para ambos. Nós decidimos que eu vou ficar por mais seis meses”, explicou para a emissora TyC Sports.
As abordagens dos clubes brasileiros para levar Bou acabaram não evoluindo devido ao valor elevado que o Racing pediu pelo atleta, na esperança de conseguir segurá-lo. A maneira com que o clube dificultou sua saída chegou a causar irritação no jogador.
“Eu não estava com raiva, mas sim um pouco irritado com toda a situação. Foi minha decisão ficar. Aires. Se houver uma proposta em junho, vou recompensá-lo. Eu fiz um grande esforço para ficar e eu acho que a diretoria também. Então nós concordamos”, esclareceu.
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“Conversei com Blanco porque precisávamos ter uma conversa depois do que aconteceu. Nós dissemos o que devíamos cara a cara e conseguimos definir um bom final para ambos. Nós decidimos que eu vou ficar por mais seis meses”, explicou para a emissora TyC Sports.
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“Eu não estava com raiva, mas sim um pouco irritado com toda a situação. Foi minha decisão ficar. Aires. Se houver uma proposta em junho, vou recompensá-lo. Eu fiz um grande esforço para ficar e eu acho que a diretoria também. Então nós concordamos”, esclareceu.
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