Foto: Norberto Duarte / AFP
A Conmebol foi colocada contra a parede por 15 dos clubes que disputarão a Libertadores de 2016. Dirigentes de entidades com o peso de Boca Juniors, River Plate, Nacional, Peñarol, Olimpia e Cerro Porteño exigem que os direitos de transmissão dos jogos fiquem com quem entra em campo, e não nas mãos enlameadas da entidade, cujos dirigentes encontram-se quase todos presos. A chamada Liga Sul-Americana de Futebol quer saber, por exemplo, o destino do resto dos milhões de dólares arrecadados na edição do ano passado.
E o Brasil?
Acuada, a Conmebol já havia promovido uma cerimônia mais modesta no sorteio dos grupos, em dezembro, avisando que começa a ficar para trás o tempo de ostentação com dinheiro dos outros. A estranhar somente a ausência de clubes brasileiros na reunião realizada em Montevidéu. Se estão entre os que mais investem em contratações e estrutura de estádios, seria natural que tivessem mais interesse no retorno da venda dos direitos.
Verba e prestígio
A revelação dos escândalos da Fifa, que mancharam biografias antes consideradas imaculadas, encoraja os clubes a buscar seus direitos. O efeito dominó, cuja consequência foi a prisão de dirigentes da Conmebol, alguns recém eleitos e já envolvidos em desvios milionários, evidenciou que os clubes perderam muito dinheiro nos últimos anos. Um prejuízo que se busca reparar neste momento. O primeiro efeito prático da pressão é o aumento da premiação ao campeão, que deverá embolsar US$ 20 milhões, ou R$ 80 milhões. A Libertadores, que só dava prestígio, agora também dará dinheiro. Não há combinação melhor.
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E o Brasil?
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Verba e prestígio
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