Foto: André Ávila / Agencia RBS
Descobrir o ponto exato entre defender e atacar é a missão de Wallace Oliveira, 21 anos, lateral-direito apresentado nesta segunda-feira pelo Grêmio. Ofensivista desde sua formação, na base do Fluminense, em 2012, ele também não teve na marcação o ponto forte durante sua passagem por Chelsea, Vitesse-HOL, e Inter de Milão e Carpi-ITA. A volta ao Brasil, é, também, uma tentativa de se completar como jogador.
Já nos primeiros treinamentos, Wallace Oliveira descobriu que Roger Machado também cobra funções defensivas dos laterais. Nem tanto de Marcelo Oliveira, mais vocacionado para a marcação do que para o ataque. O rigor do treinador era maior em relação a Galhardo, cuja saída o ex-jogador do Chelsea vem suprir.
— Gosto de ir para dentro. Ir para cima do adversário, driblar. Ele (Roger) gosta de bola no chão. Se tiver que ir no fundo e cruzar, vou fazer isso — disse o reforço.
Multicampeão pelo Grêmio, Paulo Roberto Costa, o Coelhinho, observa que laterais ofensivos necessitam de um forte sistema de cobertura, algo que, em sua época, era providenciado por Valdir Espinosa e Ênio Andrade. Nos anos 80, recorda o ex-jogador, anda existiam os ponteiros, função extinta no atual modelo tático, e ainda era mais arriscado chegar ao ataque.
— Hoje, no Brasil, os laterais atuam do meio para a frente, fazem função de jogadores de meio-campo. Na Europa, eles cumprem papel mais defensivo. Quem demonstrar habilidade irá se destacar — opina.
Hoje empresário de futebol, Paulo Roberto acredita que Roger Machado montará um sistema que facilite a vida de Wallace Oliveira. Lembra que Galhardo também sofria restrições dos torcedores até o técnico providenciar melhor cobertura para seus avanços ao ataque. Quando o Brasileirão chegou ao fim, ganhou a Bola de Prata.
— A hora de ir é tão importante quanto a de voltar — sintetiza Cláudio Duarte, ex-lateral-direito e atual treinador. — Se for na hora errada, não terá pernas para voltar.
Convencido de que Roger, por ter sido mais lateral marcador do que apoiador, será um bom professor para Wallace Oliveira, Cláudio Duarte acredita no êxito do jogador apresentado ontem.
— Atacar é mais fácil porque se tem a posse da bola. Por isso, a recomposição é mais difícil — completa.
Primeiro treinador de Wallace Oliveira no Fluminense, Abel Braga confia que ele possa ter evoluído no aspecto tático após dois anos na Europa. O atual técnico do A-Jazira, dos Emirados Árabes, também elogia a rapidez e o cruzamento do reforço gremista.
Frases
"É preciso criar um esquema de cobertura se o lateral tem muita vocação para o apoio"
Paulo Roberto, ex-lateral
"É preciso saber subir na hora certa. Voltar para marcar gera um esforço físico tremendo"
Cláudio Duarte, ex-lateral
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Descobrir o ponto exato entre defender e atacar é a missão de Wallace Oliveira, 21 anos, lateral-direito apresentado nesta segunda-feira pelo Grêmio. Ofensivista desde sua formação, na base do Fluminense, em 2012, ele também não teve na marcação o ponto forte durante sua passagem por Chelsea, Vitesse-HOL, e Inter de Milão e Carpi-ITA. A volta ao Brasil, é, também, uma tentativa de se completar como jogador.
Já nos primeiros treinamentos, Wallace Oliveira descobriu que Roger Machado também cobra funções defensivas dos laterais. Nem tanto de Marcelo Oliveira, mais vocacionado para a marcação do que para o ataque. O rigor do treinador era maior em relação a Galhardo, cuja saída o ex-jogador do Chelsea vem suprir.
— Gosto de ir para dentro. Ir para cima do adversário, driblar. Ele (Roger) gosta de bola no chão. Se tiver que ir no fundo e cruzar, vou fazer isso — disse o reforço.
Multicampeão pelo Grêmio, Paulo Roberto Costa, o Coelhinho, observa que laterais ofensivos necessitam de um forte sistema de cobertura, algo que, em sua época, era providenciado por Valdir Espinosa e Ênio Andrade. Nos anos 80, recorda o ex-jogador, anda existiam os ponteiros, função extinta no atual modelo tático, e ainda era mais arriscado chegar ao ataque.
— Hoje, no Brasil, os laterais atuam do meio para a frente, fazem função de jogadores de meio-campo. Na Europa, eles cumprem papel mais defensivo. Quem demonstrar habilidade irá se destacar — opina.
Hoje empresário de futebol, Paulo Roberto acredita que Roger Machado montará um sistema que facilite a vida de Wallace Oliveira. Lembra que Galhardo também sofria restrições dos torcedores até o técnico providenciar melhor cobertura para seus avanços ao ataque. Quando o Brasileirão chegou ao fim, ganhou a Bola de Prata.
— A hora de ir é tão importante quanto a de voltar — sintetiza Cláudio Duarte, ex-lateral-direito e atual treinador. — Se for na hora errada, não terá pernas para voltar.
Convencido de que Roger, por ter sido mais lateral marcador do que apoiador, será um bom professor para Wallace Oliveira, Cláudio Duarte acredita no êxito do jogador apresentado ontem.
— Atacar é mais fácil porque se tem a posse da bola. Por isso, a recomposição é mais difícil — completa.
Primeiro treinador de Wallace Oliveira no Fluminense, Abel Braga confia que ele possa ter evoluído no aspecto tático após dois anos na Europa. O atual técnico do A-Jazira, dos Emirados Árabes, também elogia a rapidez e o cruzamento do reforço gremista.
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