Foto: JUAN CEVALLOS / AFP
A LDU não é mais a mesma. O clube poderoso do final da década passada, campeão da Libertadores em 2008 e da Copa Sul-Americana em 2009 diminuiu de tamanho. A final do Campeonato Equatoriano de 2015 foi a primeira decisão desde 2010. Nem mesmo os equatorianos apostam em sucesso nesta Libertadores.
Conversei na última quinta-feira com o repórter Alex Puruncajas, do jornal El Comércio, o principal do Equador. Puruncajas é setorista da LDU. Segundo ele, o Emelec é o clube do país que inspira mais confiança. Mesmo com um dono milionário, o banqueiro Rodrigo Paz, os investimentos diminuiram na LDU.
A folha em 2015 era de US$ 250 mil mensais, e o orçamento para a temporada, de US$ 8,5 milhões — em 2008, ano do título da América, era de de US$ 10 milhões. O centroavante Barcos foi o último grande nome a passar pelo clube.
Para esta Libertadores, chegaram até agora cinco reforços. Todos equatorianos e entre eles o atacante Tenório, 36 anos, ex-Vasco e que estava no Blooming, da Bolívia. O técnico Claudio Borghi receberá mais três — um deles, um atacante estrangeiro para brigar por posição com o uruguaio Jonatan Álvez e Tenório.
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A folha em 2015 era de US$ 250 mil mensais, e o orçamento para a temporada, de US$ 8,5 milhões — em 2008, ano do título da América, era de de US$ 10 milhões. O centroavante Barcos foi o último grande nome a passar pelo clube.
Para esta Libertadores, chegaram até agora cinco reforços. Todos equatorianos e entre eles o atacante Tenório, 36 anos, ex-Vasco e que estava no Blooming, da Bolívia. O técnico Claudio Borghi receberá mais três — um deles, um atacante estrangeiro para brigar por posição com o uruguaio Jonatan Álvez e Tenório.
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