Foto: Júlio Cordeiro / Agencia RBS
Entre saídas e chegadas, o Grêmio começa 2016 com um grupo semelhante ao que conseguiu o terceiro lugar no último Brasileirão. As saídas de Galhardo e Erazo — substituídos por Wallace e Kadu, os dois únicos reforços apresentados até agora — não mexem na estrutura do time armado por Roger Machado no ano passado. E essa é uma grande notícia para os tricolores.
É difícil apontar o Grêmio como um dos favoritos à Libertadores que começa em fevereiro. Mas não por uma possível falta de capacidade azul, e, sim, pelo fato de a principal competição da América do Sul ser o campeonato mais traiçoeiro que existe no futebol. No meio de tantas grifes, o bom trabalho do técnico gremista se destaca e indica a chance de encerrar o jejum de títulos — justamente com o mais sonhado deles.
Afinal, os principais concorrentes à taça têm de resolver seus desmanches. O Corinthians se decompõe a cada dia e corre o risco de perder todo o setor de meio-campo que brilhou na conquista do Brasileirão. Tite, com toda sua qualidade, terá pouco tempo para arrumar soluções de maneira tão rápida quanto a Libertadores exige.
O River Plate, atual campeão, não terá Carlos Sanchez, Kranevitter e corre também o risco de perder o zagueiro Balanta. O Boca Juniors, que conta com Tévez, não jogará em casa nas quatro primeiras rodadas. Quem se reforçou bem foi o Atlético-MG, mas resta ver como será a adaptação ao estilo de Diego Aguirre depois do longo período sob o comando de Levir Culpi.
O Grêmio, enquanto isso, vê a afirmação do trabalho de Roger. E as renovações de Geromel e Maicon ajudam muito o treinador a manter o estilo que teve ótimos resultados em 2015. Mesmo que as grandes contratações ainda não tenham chegado — e talvez nem venham —, o grande triunfo tricolor é a manutenção da espinha dorsal do seu time.
Com a experiência adquirida na última temporada, e o seu conhecimento dos segredos da Libertadores, Roger Machado é um dos principais candidatos a estrela da competição nesta temporada. Não se pode nunca dizer que será uma tarefa fácil buscar o tri. Mas que o Grêmio tem armas para isso, tem.
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É difícil apontar o Grêmio como um dos favoritos à Libertadores que começa em fevereiro. Mas não por uma possível falta de capacidade azul, e, sim, pelo fato de a principal competição da América do Sul ser o campeonato mais traiçoeiro que existe no futebol. No meio de tantas grifes, o bom trabalho do técnico gremista se destaca e indica a chance de encerrar o jejum de títulos — justamente com o mais sonhado deles.
Afinal, os principais concorrentes à taça têm de resolver seus desmanches. O Corinthians se decompõe a cada dia e corre o risco de perder todo o setor de meio-campo que brilhou na conquista do Brasileirão. Tite, com toda sua qualidade, terá pouco tempo para arrumar soluções de maneira tão rápida quanto a Libertadores exige.
O River Plate, atual campeão, não terá Carlos Sanchez, Kranevitter e corre também o risco de perder o zagueiro Balanta. O Boca Juniors, que conta com Tévez, não jogará em casa nas quatro primeiras rodadas. Quem se reforçou bem foi o Atlético-MG, mas resta ver como será a adaptação ao estilo de Diego Aguirre depois do longo período sob o comando de Levir Culpi.
O Grêmio, enquanto isso, vê a afirmação do trabalho de Roger. E as renovações de Geromel e Maicon ajudam muito o treinador a manter o estilo que teve ótimos resultados em 2015. Mesmo que as grandes contratações ainda não tenham chegado — e talvez nem venham —, o grande triunfo tricolor é a manutenção da espinha dorsal do seu time.
Com a experiência adquirida na última temporada, e o seu conhecimento dos segredos da Libertadores, Roger Machado é um dos principais candidatos a estrela da competição nesta temporada. Não se pode nunca dizer que será uma tarefa fácil buscar o tri. Mas que o Grêmio tem armas para isso, tem.
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