Foto: Montagem sobre fotos / Agência RBS
Um forte desafio aguarda por Roger Machado e Argel Fucks em 2016. Será o de fazer funcionar equipes sem estrelas, basicamente uma repetição da estrutura que Grêmio e Inter montaram para 2015. É a única leitura que pode ser feita a partir do noticiário dos primeiros dias do ano. A dupla trabalha com os pés no chão, evitando gastos que possam comprometer o planejamento do restante da temporada.
Clubes não são bancos, que precisam fechar o ano com lucro, podem pensar os torcedores mais ansiosos. Bolzan e Piffero, contudo, não querem vestir o manto de perdulários.
Roger precisará ser mais criativo do que Argel. Mesmo sem reforços, o Inter tem qualidade suficiente para ganhar o Gauchão. Já a boa performance do Grêmio no Brasileirão não lhe assegura êxito na Libertadores, uma competição traiçoeira, com desafios extras como altitude e acirrada rivalidade entre países. Sem falar em adversários com a tradição dos argentinos Boca Juniors e River Plate.
Roger ganhará, no máximo, um armador e um atacante. Como as melhores peças custam caro, talvez não receba jogadores muito melhores do que os já existentes no grupo. Em 2015, ele já demonstrou que pode transformar o médio em bom. Terá que repetir em 2016.
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Um forte desafio aguarda por Roger Machado e Argel Fucks em 2016. Será o de fazer funcionar equipes sem estrelas, basicamente uma repetição da estrutura que Grêmio e Inter montaram para 2015. É a única leitura que pode ser feita a partir do noticiário dos primeiros dias do ano. A dupla trabalha com os pés no chão, evitando gastos que possam comprometer o planejamento do restante da temporada.
Clubes não são bancos, que precisam fechar o ano com lucro, podem pensar os torcedores mais ansiosos. Bolzan e Piffero, contudo, não querem vestir o manto de perdulários.
Roger precisará ser mais criativo do que Argel. Mesmo sem reforços, o Inter tem qualidade suficiente para ganhar o Gauchão. Já a boa performance do Grêmio no Brasileirão não lhe assegura êxito na Libertadores, uma competição traiçoeira, com desafios extras como altitude e acirrada rivalidade entre países. Sem falar em adversários com a tradição dos argentinos Boca Juniors e River Plate.
Roger ganhará, no máximo, um armador e um atacante. Como as melhores peças custam caro, talvez não receba jogadores muito melhores do que os já existentes no grupo. Em 2015, ele já demonstrou que pode transformar o médio em bom. Terá que repetir em 2016.
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