Foto: Montagem sobre fotos / Agência RBS
Sejamos pragmáticos. Os títulos nacionais não vieram para o futebol gaúcho, mas uma semifinal de Libertadores e um terceiro lugar no Brasileirão não é de todo ruim. Claro que a maneira como aconteceu com o Inter, desperdiçando uma chance rara de ser tri da América, se enredando nos próprios erros, decepcionou o torcedor. Vale o mesmo para o Grêmio, que a cada ano na fila por títulos sofre mais e torna tudo dramático — e como era possível faturar a Copa do Brasil. Bem, mas nem tudo pode ser o império do resultado.
O país está investigando e prendendo políticos, empresários milionários e grandes empreiteiros. O Palácio do Planalto está perdido no meio da crise econômica e política, esta culpa exclusivamente sua e de seus desgovernos. O Piratini, em meio a um imobilismo sem precedentes, ao menos terminará o ano pagando o funcionalismo em dia. É aquela história do bode na sala. O governador Sartori acaba de tirá-lo, para alívio geral.
Com algum otimismo e bom humor, portanto, há motivos para acreditar. Apesar dos assaltos e roubos de carro, da falta de saúde digna, dos buracos medonhos nas estradas, da renda cada vez mais esquálida no supermercado e dos reforços de peso que não vêm na dupla Gre-Nal. Pode-se perder tudo, jamais a esperança. Um 2016 muito melhor do que foi 2015 e bem pior do que será 2017: é o que a coluna deseja a todos.
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Sejamos pragmáticos. Os títulos nacionais não vieram para o futebol gaúcho, mas uma semifinal de Libertadores e um terceiro lugar no Brasileirão não é de todo ruim. Claro que a maneira como aconteceu com o Inter, desperdiçando uma chance rara de ser tri da América, se enredando nos próprios erros, decepcionou o torcedor. Vale o mesmo para o Grêmio, que a cada ano na fila por títulos sofre mais e torna tudo dramático — e como era possível faturar a Copa do Brasil. Bem, mas nem tudo pode ser o império do resultado.
O país está investigando e prendendo políticos, empresários milionários e grandes empreiteiros. O Palácio do Planalto está perdido no meio da crise econômica e política, esta culpa exclusivamente sua e de seus desgovernos. O Piratini, em meio a um imobilismo sem precedentes, ao menos terminará o ano pagando o funcionalismo em dia. É aquela história do bode na sala. O governador Sartori acaba de tirá-lo, para alívio geral.
Com algum otimismo e bom humor, portanto, há motivos para acreditar. Apesar dos assaltos e roubos de carro, da falta de saúde digna, dos buracos medonhos nas estradas, da renda cada vez mais esquálida no supermercado e dos reforços de peso que não vêm na dupla Gre-Nal. Pode-se perder tudo, jamais a esperança. Um 2016 muito melhor do que foi 2015 e bem pior do que será 2017: é o que a coluna deseja a todos.
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