Reforma do gramado da Arena iniciou após show e está praticamente concluída (Foto: Márcio Neves/ Divulgação Grêmio)
Os afazeres de Grêmio e Inter neste final de ano vão além de vasculhar o mercado em busca de reforços para seus elencos em 2016. Como de costume, os dois clubes aproveitam a pausa no calendário de jogos para cuidar de seu patrimônio e tratam de reformar os gramados da Arena e do Beira-Rio para a próxima temporada.
Assim, abrem as portas de seus estádios para um batalhão de operários e máquinas, em um processo que envolve três etapas, todas coordenadas pela engenheira agrônoma Maristela Kuhn, responsável pelos gramados da Copa de 2014 no Brasil e com anos de serviço prestados para Grêmio e Inter. A manutenção, de acordo com uma técnica desenvolvida nos Estados Unidos, tem como objetivo não apenas zelar pela saúde da grama dos dois estádios, mas garantir o nivelamento do campo, assim como sua suavidade, para evitar lesões aos atletas.
A reforma do campo no estádio gremista, iniciada logo após o show do ex-integrante do Pink Floyd, David Gilmour, em 16 de dezembro, já está praticamente concluída. Os procedimentos no Beira-Rio iniciaram na última segunda-feira, depois do Lance de Craque, jogo beneficente promovido por D'Alessandro. O orçamento estimado para este tipo de intervenção é de R$ 30 mil. Tanto o Beira-Rio quanto a Arena estarão liberados para Argel e Roger Machado até o dia 25 de janeiro.
A reforma
As intervenções nos gramados são divididas em três fases. A primeira consiste na remoção das palhas liberadas ao longo da temporada, com máquinas que aparam os gramados. Depois, novos equipamentos entram em cena e perfuram cerca de 800 mil buracos no campo, para que o solo fique mais "fofo" aos atletas. Por fim, os espaços são preenchidos com areia.
– Ao longo do ano, o gramado vai criando essa palha e ficando desnivelado, e o solo fica compactado. Muito duro. Assim, removemos a palha, descompactamos o gramado e depois o nivelamos com areia. Aí, o gramado fica zerado para começar a temporada. O primeiro processo é tipo um desbaste, para baixar a textura da grama. Isso gera três caminhões de palha. A gente retira, baixa o gramado e logo depois fura o solo com uma máquina especial. Depois, preenchemos esses buracos com areia – relata a engenheira agrônoma Maristela Kuhn ao GloboEsporte.com.
O processo não envolve semeadura, que ocorre apenas em abril, com um tipo de grama mais resistente ao inverno, que dura até outubro e é diferente da grama permanente, a Bermuda Tifgrand, mais adaptado ao calor. Após as três etapas do processo, o gramado recebe ainda a adubagem final, para manter a cor verde ao longo do ano.
Reforma na grama do Beira-Rio começou na última segunda-feira (Foto: Divulgação)
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Os afazeres de Grêmio e Inter neste final de ano vão além de vasculhar o mercado em busca de reforços para seus elencos em 2016. Como de costume, os dois clubes aproveitam a pausa no calendário de jogos para cuidar de seu patrimônio e tratam de reformar os gramados da Arena e do Beira-Rio para a próxima temporada.
Assim, abrem as portas de seus estádios para um batalhão de operários e máquinas, em um processo que envolve três etapas, todas coordenadas pela engenheira agrônoma Maristela Kuhn, responsável pelos gramados da Copa de 2014 no Brasil e com anos de serviço prestados para Grêmio e Inter. A manutenção, de acordo com uma técnica desenvolvida nos Estados Unidos, tem como objetivo não apenas zelar pela saúde da grama dos dois estádios, mas garantir o nivelamento do campo, assim como sua suavidade, para evitar lesões aos atletas.
A reforma do campo no estádio gremista, iniciada logo após o show do ex-integrante do Pink Floyd, David Gilmour, em 16 de dezembro, já está praticamente concluída. Os procedimentos no Beira-Rio iniciaram na última segunda-feira, depois do Lance de Craque, jogo beneficente promovido por D'Alessandro. O orçamento estimado para este tipo de intervenção é de R$ 30 mil. Tanto o Beira-Rio quanto a Arena estarão liberados para Argel e Roger Machado até o dia 25 de janeiro.
A reforma
As intervenções nos gramados são divididas em três fases. A primeira consiste na remoção das palhas liberadas ao longo da temporada, com máquinas que aparam os gramados. Depois, novos equipamentos entram em cena e perfuram cerca de 800 mil buracos no campo, para que o solo fique mais "fofo" aos atletas. Por fim, os espaços são preenchidos com areia.
– Ao longo do ano, o gramado vai criando essa palha e ficando desnivelado, e o solo fica compactado. Muito duro. Assim, removemos a palha, descompactamos o gramado e depois o nivelamos com areia. Aí, o gramado fica zerado para começar a temporada. O primeiro processo é tipo um desbaste, para baixar a textura da grama. Isso gera três caminhões de palha. A gente retira, baixa o gramado e logo depois fura o solo com uma máquina especial. Depois, preenchemos esses buracos com areia – relata a engenheira agrônoma Maristela Kuhn ao GloboEsporte.com.
O processo não envolve semeadura, que ocorre apenas em abril, com um tipo de grama mais resistente ao inverno, que dura até outubro e é diferente da grama permanente, a Bermuda Tifgrand, mais adaptado ao calor. Após as três etapas do processo, o gramado recebe ainda a adubagem final, para manter a cor verde ao longo do ano.
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