Foto: Divulgação/ Atlético-PR
O interesse em Nikão indica que Roger Machado pode manter Luan na posição em que mais rendeu em 2015. Como falso nove, o jovem desabrochou e fez a temporada mais consistente da carreira até aqui. Mais: a escolha do jogador do Atlético-PR mostra um pouco do que o técnico gremista quer para compor o lado esquerdo.
Muito se falou em preencher a vaga, deixada pelos desempenhos irregulares de Pedro Rocha, Fernandinho e Everton, com um jogador de finalização precisa e ímpeto para marcar gols. Nikão não se encaixa neste perfil — nos últimos dois anos, em que teve ótimos desempenhos por Ceará e Atlético-PR, marcou 12 gols em 75 jogos. Um trio de atributos do meia-atacante pode ter atraído Roger: a maneira com que se posiciona, seu drible envolvente e a capacidade de dar assistências.
Nikão sente-se confortável próximo à linha lateral. Faz o corredor e chega à linha de fundo com naturalidade. Roger vê como importante o que chama de "amplitude". Um jogador que permaneça pelo lado "estica" o campo e obriga a marcação a se espalhar, abrindo espaços pelo meio. À movimentação que agrada o possível novo chefe, soma-se o drible: Nikão ocupou a 12ª colocação no ranking do fundamento no Brasileirão, de acordo com o Footstats.
Nada é melhor, porém, do que seu número de assistências. Foram sete passes para gol, o 6º melhor desempenho do Brasileirão, ao lado de outros dois possíveis companheiros: Luan e Giuliano.
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