Atacante Luan é um dos jogadores afetados pelo problema. Uma das causas apontadas é o esforço repetitivo
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS
Partiu dos médicos Márcio Bolzoni e Paulo Rabaldo a recomendação para que Marcelo Grohe não participasse do jogo beneficente organizado por D'Alessandro. Qualquer esforço poderia comprometer o tratamento para a cura da fascite plantar, problema que afeta o goleiro desde novembro, em meio ao Brasileirão.
No sábado, véspera do jogo, Grohe ligou para Bolzoni, que o orientou a se preservar, mesma instrução passada na semana anterior por Rabaldo. A exemplo de Luan e do lateral direito Raul, que também sofrem com fascite plantar, Grohe passará por observação em 6 de janeiro, data da reapresentação. É o que irá determinar o tipo de trabalho feito pelos três no início da pré-temporada.
— Aparentemente, ele está bem — afirma Rabaldo, descartando cirurgia.
inda que o problema tenha afetado três jogadores, o Grêmio considera que a situação está dentro da normalidade. Trata-se, em resumo, de uma lesão por esforço repetitivo.
Conforme os médicos, a ocorrência de fascites está diretamente ligada ao esforço do atleta durante jogos e treinamentos. Hoje, a competitividade nas partidas é bem maior. E praticamente dobrou a quilometragem percorrida em campo, o que eleva o atrito.
No dia a dia, uma das formas de atenuar as dores é a utilização de calçados com palmilhas mais macias, o que já foi recomendado a Grohe, Luan e Raul.
— Trata-se de uma propensão genética — informa Rabaldo, fazendo referência ao arco plantar, que pode ser mais ou menos elevado.
Não há a convicção de que o piso em que os jogadores trabalham tenha relação direta com o problema. Ainda assim, a comissão técnica teme que a dificuldade possa se agravar em alguns gramados do interior, de solo mais duro, que serão utilizados no Gauchão. Isso se aplica a Luan, cuja fascite plantar originou-se em fevereiro, durante os jogos do estadual.
Responsável pela grama da Arena e do CT Luiz Carvalho, a agrônoma Maristela Kuhn elogia a maciez dos dois pisos. Em ambos, foi realizado um trabalho de descompactação do solo, o que os torna mais apropriados para as atividades físicas e com bola.
— A fascite não tem relação com o gramado — garante Maristela.
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inda que o problema tenha afetado três jogadores, o Grêmio considera que a situação está dentro da normalidade. Trata-se, em resumo, de uma lesão por esforço repetitivo.
Conforme os médicos, a ocorrência de fascites está diretamente ligada ao esforço do atleta durante jogos e treinamentos. Hoje, a competitividade nas partidas é bem maior. E praticamente dobrou a quilometragem percorrida em campo, o que eleva o atrito.
No dia a dia, uma das formas de atenuar as dores é a utilização de calçados com palmilhas mais macias, o que já foi recomendado a Grohe, Luan e Raul.
— Trata-se de uma propensão genética — informa Rabaldo, fazendo referência ao arco plantar, que pode ser mais ou menos elevado.
Não há a convicção de que o piso em que os jogadores trabalham tenha relação direta com o problema. Ainda assim, a comissão técnica teme que a dificuldade possa se agravar em alguns gramados do interior, de solo mais duro, que serão utilizados no Gauchão. Isso se aplica a Luan, cuja fascite plantar originou-se em fevereiro, durante os jogos do estadual.
Responsável pela grama da Arena e do CT Luiz Carvalho, a agrônoma Maristela Kuhn elogia a maciez dos dois pisos. Em ambos, foi realizado um trabalho de descompactação do solo, o que os torna mais apropriados para as atividades físicas e com bola.
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