Príncipe jordaniano Ali bin Al Hussein, em conferência em Dubai, nos Emirados Árabes
Candidato à presidência da Fifa, o príncipe jordaniano Ali bin Al Hussein se juntou, neste domingo, àqueles que pedem que o relatório sobre o polêmico processo de escolha das sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022 seja tornado público "de forma imediata".
"A Fifa precisa seguir normas básicas, como publicar o relatório de Garcia imediatamente, porque até aqueles que estão concorrendo à posição de presidente precisam saber o que está se passando na organização, assim como o público", disse o príncipe jordaniano.
Infantino, por sua vez, também cobrou transparência na entidade. "Uma vez que você sabe como o dinheiro entra e como sai, e isso é transparente, documentado, você resolve 95% dos problemas da Fifa. Então a transparência quanto ao caminho do dinheiro é a chave."
Mesmo pressionada, a Fifa já se pronunciou, através de um dos líderes de seu Comitê de Ética, o alemão Hans-Joachim Eckert, que não irá divulgar na íntegra o relatório elaborado por Garcia por "questões legais", que colocariam a entidade "em uma situação legal muito difícil".
Eckert foi o responsável por receber, em setembro, relatório de 350 páginas elaborado por Garcia sobre o processo que levou às escolhas de Rússia e Catar, respectivamente, como sedes dos Mundiais de 2018 e 2022.
Desde que a investigação de Garcia, que é ex-procurador federal dos Estados Unidos, foi concluída, a Fifa tem sido pressionada para que o relatório seja divulgado. O próprio responsável pelo relatório é um dos críticos da maneira sigilosa com que a Fifa tem tratado o assunto.
Em conferência em Dubai, nos Emirados Árabes, ao lado do secretário-geral da Uefa e também postulante ao cargo máximo da Fifa, Gianni Infantino, Ali bin Al Hussein defendeu que a publicação do relatório do norte-americano Michel Garcia seria fundamental para o novo presidente.
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"A Fifa precisa seguir normas básicas, como publicar o relatório de Garcia imediatamente, porque até aqueles que estão concorrendo à posição de presidente precisam saber o que está se passando na organização, assim como o público", disse o príncipe jordaniano.
Infantino, por sua vez, também cobrou transparência na entidade. "Uma vez que você sabe como o dinheiro entra e como sai, e isso é transparente, documentado, você resolve 95% dos problemas da Fifa. Então a transparência quanto ao caminho do dinheiro é a chave."
Mesmo pressionada, a Fifa já se pronunciou, através de um dos líderes de seu Comitê de Ética, o alemão Hans-Joachim Eckert, que não irá divulgar na íntegra o relatório elaborado por Garcia por "questões legais", que colocariam a entidade "em uma situação legal muito difícil".
Eckert foi o responsável por receber, em setembro, relatório de 350 páginas elaborado por Garcia sobre o processo que levou às escolhas de Rússia e Catar, respectivamente, como sedes dos Mundiais de 2018 e 2022.
Desde que a investigação de Garcia, que é ex-procurador federal dos Estados Unidos, foi concluída, a Fifa tem sido pressionada para que o relatório seja divulgado. O próprio responsável pelo relatório é um dos críticos da maneira sigilosa com que a Fifa tem tratado o assunto.
Em conferência em Dubai, nos Emirados Árabes, ao lado do secretário-geral da Uefa e também postulante ao cargo máximo da Fifa, Gianni Infantino, Ali bin Al Hussein defendeu que a publicação do relatório do norte-americano Michel Garcia seria fundamental para o novo presidente.
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