Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Não são apenas os três adversários estrangeiros, o Grêmio precisará lutar contra a altitude, a logística e as distâncias na fase de grupos da edição 2016 da Copa Libertadores da América.
O Tricolor jogará na vizinha Argentina. Não é o grande problema. Mas precisará se deslocar até o México, enfrentar a altitude do Equador. Viagens longas são inimigas do futebol. O desconfortável, demorado e sacolejante avião pode atrapalhar o jogo de qualquer equipe. Acertar a logística das viagens será tão importante como organizar o sistema tático.
Os três adversários do Grupo 6 não estão entre os melhores times, os mais competitivos da América do Sul. Mas são extremamente difíceis quando atuam em seus estádios. Vencer os três jogos na Arena será fundamental para o futuro do Grêmio no torneio. A estratégia é conquistar três pontos em Porto Alegre, carregar um ou dois empates fora e alcançar a classificação para as oitavas de final. Não há outro caminho.
Campeão da Libertadores em 2014, o San Lorenzo perdeu o treinador, Edgardo Bauza, hoje no São Paulo, e poderá perder também dois ou três titulares de um time histórico. Um deles, Bufarini, esteve na mira do Grêmio no ano passado. Os argentinos liquidaram os gremistas na fase mata-mata do torneio de 2014. Não exibem o mesmo grupo campeão e competitivo de dois anos atrás. Está em transição e sem dinheiro para grandes contratações.
A LDU é uma equipe escudada pela altitude e joga nos 2,8 mil metros de altitude da capital Quito. É tradicional na Libertadores, campeã em 2008, experiente e guerreira. Foi superada pelos tricolores na primeira fase do torneio em 2013 nos pênaltis na Arena, num jogo dramático. Marcelo Grohe salvou a pátria. A LDU exibe outro time, claro, e bem menos qualificado, sem grandes estrelas.
O Toluca é um tradicional símbolo do futebol mexicano, dez vezes campeão nacional, e atua acima dos 2,6 mil metros de altitude. É hoje um time irregular, não tem a mesma potência do rival Tigres. No seu apertado estádio, o Nemesio Diez, sempre lotado, ocupado por 22 mil mexicanos, é um adversário temível.
Na bola, o Grêmio pode superar o trio, especialmente na Arena. Fora, só bom jogo não vai bastar. Será necessário encontrar outras forças, como superar a altitude, a grande inimiga dos times brasileiros acostumados aos piques ao nível do mar.
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Não são apenas os três adversários estrangeiros, o Grêmio precisará lutar contra a altitude, a logística e as distâncias na fase de grupos da edição 2016 da Copa Libertadores da América.
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A LDU é uma equipe escudada pela altitude e joga nos 2,8 mil metros de altitude da capital Quito. É tradicional na Libertadores, campeã em 2008, experiente e guerreira. Foi superada pelos tricolores na primeira fase do torneio em 2013 nos pênaltis na Arena, num jogo dramático. Marcelo Grohe salvou a pátria. A LDU exibe outro time, claro, e bem menos qualificado, sem grandes estrelas.
O Toluca é um tradicional símbolo do futebol mexicano, dez vezes campeão nacional, e atua acima dos 2,6 mil metros de altitude. É hoje um time irregular, não tem a mesma potência do rival Tigres. No seu apertado estádio, o Nemesio Diez, sempre lotado, ocupado por 22 mil mexicanos, é um adversário temível.
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