Nesta terça-feira vivemos o primeiro dos 2.920 dias de suspensão para o suíço Joseph Blatter, ex-presidente da Fifa, e para o francês Michel Platini, ex-presidente da Uefa.
Tudo porque Blatter deu cerca de 8 milhões de reais para Platini e não registrou a quantia no balanço da Fifa.
Na soma de cada um desses milhões, ambos vão ficar oito anos afastados de quaisquer atividades no mundo do futebol.
Para Blatter soa como uma sentença definitiva, pois terá 87 anos quando a pena terminar.
Platini terá apenas 68, mas, espera-se, num futebol mais limpo no qual ele, provavelmente, não caberá.
A decisão foi tomada pelo Comitê de Ética da própria Fifa, mais por necessidade do que por virtude, já que os patrocinadores da entidade exigem limpeza e transparência, duas qualidades que não fazem parte da vida da grande transnacional do futebol desde que o brasileiro João Havelange a assumiu, em 1974.
De lá para cá o futebol se transformou num ótimo negócio para poucos, uma verdadeira “famiglia” protegida pela “omertà”, a velha lei do silêncio da Máfia.
O mar de lama que afoga a Fifa tira o oxigênio também da Confederação Sul-Americana de Futebol e da CBF, cujos últimos presidentes, de uma e de outra, ou estão presos ou indiciados pelo FBI.
A CBF até agora não entendeu o tamanho do lamaçal.
Como fez depois do 7 a 1, limitando-se a trocar Felipão por Dunga, a CBF acha que botar o coronel Nunes no lugar de Marco Polo Del Nero soluciona a questão.
É óbvio que não!

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Tudo porque Blatter deu cerca de 8 milhões de reais para Platini e não registrou a quantia no balanço da Fifa.
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Para Blatter soa como uma sentença definitiva, pois terá 87 anos quando a pena terminar.
Platini terá apenas 68, mas, espera-se, num futebol mais limpo no qual ele, provavelmente, não caberá.
A decisão foi tomada pelo Comitê de Ética da própria Fifa, mais por necessidade do que por virtude, já que os patrocinadores da entidade exigem limpeza e transparência, duas qualidades que não fazem parte da vida da grande transnacional do futebol desde que o brasileiro João Havelange a assumiu, em 1974.
De lá para cá o futebol se transformou num ótimo negócio para poucos, uma verdadeira “famiglia” protegida pela “omertà”, a velha lei do silêncio da Máfia.
O mar de lama que afoga a Fifa tira o oxigênio também da Confederação Sul-Americana de Futebol e da CBF, cujos últimos presidentes, de uma e de outra, ou estão presos ou indiciados pelo FBI.
A CBF até agora não entendeu o tamanho do lamaçal.
Como fez depois do 7 a 1, limitando-se a trocar Felipão por Dunga, a CBF acha que botar o coronel Nunes no lugar de Marco Polo Del Nero soluciona a questão.
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