O ingresso do Brasileiro teve um aumento que representou praticamente o triplo da inflação nos últimos dez anos. É o que mostra um levantamento da consultoria BDO Brasil sobre público, bilheteria e entradas para jogos no campeonato. Os novos estádio tiveram peso considerável neste cenário.
Em 2015, o Nacional teve um ingresso médio de R$ 37,06 em cada partida. Em 2006, esse valor era de R$ 11,43. Durante o período, a inflação foi de 77,09% pelo IGPM. Por esse índice, o preço seria reajustado para R$ 20,24. Na prática, o crescimento do bilhete foi de 224%.
Uma demonstração de que os estádios novos construídos para Copa tiveram peso neste crescimento é que neles o bilhete médio chega a R$ 43,00. Enquanto isso, nas arenas velhas esse valor atinge R$ 25,7 como mostra o estudo da BDO. A diferença é de 62%.
Entre os clubes, quem cobra o bilhete mais caro é o Palmeiras: R$ 62,72. Em segundo, está o Corinthians com R$ 59,71. Na terceira posição se encontra o Flamengo com R$ 44,21. Não por acaso os três acumulam as maiores receitas de bilheteria do Nacional.
Com a melhor média de público, o Corinthians acumulou a maior renda com R$ 38,7 milhões, com seu rival palmeirense em segundo com R$ 35,3 milhões. Mais uma vez, o time rubro-negro vem em terceiro com R$ 26 milhões.
No total, a renda do Brasileiro atingiu R$ 236 milhões, o que representa um crescimento de 349% em relação a 2006, bem acima da inflação. Não houve perda de público já que a média foi de 16.733, superior a uma década atrás. Mas já houve médias melhores entre 2007 e 2009.
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Entre os clubes, quem cobra o bilhete mais caro é o Palmeiras: R$ 62,72. Em segundo, está o Corinthians com R$ 59,71. Na terceira posição se encontra o Flamengo com R$ 44,21. Não por acaso os três acumulam as maiores receitas de bilheteria do Nacional.
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