Equipe do Grêmio atuou "embalada" contra o Atlético-MG (Foto: Lucas Uebel/Grêmio)
Em todo ambiente descontraído, há espaço para música, brincadeiras e risadas. Geralmente quando há convergência de interesses e um clima bom de trabalho, os resultados chegam. Um vestiário de equipe de futebol não é diferente. A caminhada do Grêmio rumo a Libertadores de 2016 foi embalada por muita música nos deslocamentos para os jogos, no vestiário antes das partidas e após os treinamentos. Gospel, rap e sertanejo foram os gêneros musicais mais tocados.
O pagode tradicional do estereótipo boleiro abriu espaço para outros gêneros musicais. Um dos líderes do elenco, o lateral Marcelo Oliveira também lista gospel, rap e sertanejo como músicas que monopolizaram as caixas de som dos gremistas. O GloboEsporte.com pediu as cinco músicas mais tocadas no vestiário gremista, como se fora uma rádio, e compilou-as.
O top 5 de músicas tem predominância do estilo gospel: André e Felipe, com “Acelera e pisa”; Eliezer de Tarsis, com “Eu creio”; Paulo César Baruk, com ”Tu és o meu Deus”; Jesus Culture, com “Rooftops”; e Lydia Moiés, com “Vai tudo bem“.
O processo gremista era simples. Sem nenhuma organização, quem estivesse mais empolgado para escolher as músicas no ônibus o faria. Antes da vitória sobre o Atlético-MG, por exemplo, o responsável por colocar o som foi o meia Douglas. Fã de Racionais MC’s, o camisa 10 colocou rap em peso no repertório. Tanto que no desembarque dos jogadores, na Arena, estava tocando o grupo nas caixas de som portáteis.
- Tem quem vá com fone mesmo com a caixinha de som dentro do ônibus, mas assim, sempre tem quem comanda. Na última partida, era o nosso maestro. Ele foi bem, na anterior foi o Ramiro que colocou, não foi muito aprovado. Estava bom, assim, mas o Douglas falou que seria o próximo. Aí preparou na concentração a playlist dele, não é uma coisa certa, é natural. O cara que está ali coloca e já teve vezes que nem teve som no ônibus. Não é programado. Toca de tudo, gospel, rap, sertanejo, gosto para agradar todo mundo - riu Marcelo Oliveira, em entrevista antes do jogo com o Joinville, na última rodada do Brasileirão.

O GloboEsporte.com conversou com diversos jogadores do Brasil para criar a trilha sonora do boleiro. Quatro representantes do Grêmio foram ouvidos para a pesquisa nacional: o zagueiro Pedro Geromel, os atacantes Pedro Rocha e Luan e o volante Ramiro.
Os três grupos musicais escolhidos por Geromel foram Fundo de Quintal, Arlindo Cruz e Diogo Nogueira. Já Pedro Rocha optou por Jorge & Mateus, Sorriso Maroto e Thiaguinho. O artilheiro Luan escolheu Nego do Borel, Racionais MC's e Turma do Pagode. E o volante Ramiro mostrou estilo eclético com Revelação, Henrique & Juliano e Charlie Brown Júnior.
Com a vaga para a Libertadores garantida para 2016, o Tricolor agora procura reforços no mercado para a disputa da competição. Além das qualidades técnicas, também pensa no perfil dos atletas a chamar, para casar com o clima descontraído e unido do vestiário gremista. O objetivo, claro, é grandioso: encerrar o jejum de títulos e ter o Tri da América no próximo ano.
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Em todo ambiente descontraído, há espaço para música, brincadeiras e risadas. Geralmente quando há convergência de interesses e um clima bom de trabalho, os resultados chegam. Um vestiário de equipe de futebol não é diferente. A caminhada do Grêmio rumo a Libertadores de 2016 foi embalada por muita música nos deslocamentos para os jogos, no vestiário antes das partidas e após os treinamentos. Gospel, rap e sertanejo foram os gêneros musicais mais tocados.
O pagode tradicional do estereótipo boleiro abriu espaço para outros gêneros musicais. Um dos líderes do elenco, o lateral Marcelo Oliveira também lista gospel, rap e sertanejo como músicas que monopolizaram as caixas de som dos gremistas. O GloboEsporte.com pediu as cinco músicas mais tocadas no vestiário gremista, como se fora uma rádio, e compilou-as.
O top 5 de músicas tem predominância do estilo gospel: André e Felipe, com “Acelera e pisa”; Eliezer de Tarsis, com “Eu creio”; Paulo César Baruk, com ”Tu és o meu Deus”; Jesus Culture, com “Rooftops”; e Lydia Moiés, com “Vai tudo bem“.
O processo gremista era simples. Sem nenhuma organização, quem estivesse mais empolgado para escolher as músicas no ônibus o faria. Antes da vitória sobre o Atlético-MG, por exemplo, o responsável por colocar o som foi o meia Douglas. Fã de Racionais MC’s, o camisa 10 colocou rap em peso no repertório. Tanto que no desembarque dos jogadores, na Arena, estava tocando o grupo nas caixas de som portáteis.
- Tem quem vá com fone mesmo com a caixinha de som dentro do ônibus, mas assim, sempre tem quem comanda. Na última partida, era o nosso maestro. Ele foi bem, na anterior foi o Ramiro que colocou, não foi muito aprovado. Estava bom, assim, mas o Douglas falou que seria o próximo. Aí preparou na concentração a playlist dele, não é uma coisa certa, é natural. O cara que está ali coloca e já teve vezes que nem teve som no ônibus. Não é programado. Toca de tudo, gospel, rap, sertanejo, gosto para agradar todo mundo - riu Marcelo Oliveira, em entrevista antes do jogo com o Joinville, na última rodada do Brasileirão.

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Com a vaga para a Libertadores garantida para 2016, o Tricolor agora procura reforços no mercado para a disputa da competição. Além das qualidades técnicas, também pensa no perfil dos atletas a chamar, para casar com o clima descontraído e unido do vestiário gremista. O objetivo, claro, é grandioso: encerrar o jejum de títulos e ter o Tri da América no próximo ano.
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