Grêmio vê principal entrave para comprar a Arena ser superado pela OAS (Foto: Eduardo Moura)
Ainda resta o anúncio oficial e a transferência efetiva da gestão, mas o último entrave de peso entre Grêmio e OAS para selar a compra da Arena pelo clube foi superado nesta sexta-feira. O Conselho de Credores da construtora responsável pela obra do estádio aprovou o plano de recuperação judicial apresentado à Justiça de São Paulo. Assim, a negociação fica livre para ser conduzida em seus trâmites finais pelo clube e pela empreiteira.
Mesmo com o avanço nos bastidores da OAS, o desfecho, com anúncio da compra da Arena, não tem prazo para ocorrer. Sem o entrave, os advogados de Grêmio e construtora entram em cena para dar sequência às tratativas e, enfim, assegurar a assinatura do contrato. O Tricolor demonstra otimismo diante do avanço nos bastidores da empreiteira. Ainda assim, segue acautelado acerca da oficialização do negócio, em andamento há mais de dois anos.
O impasse pelo aval do Conselho de Credores era tamanho que as reuniões marcadas para debater o plano de recuperação foram adiadas durante meses pelos executivos da OAS, mesmo diante de uma sinalização positiva para a proposta gremista de comprar a Arena. Além de contar com o aval da construtora, o Grêmio já tem acertadas as condições com Banco do Brasil, Santander e Banrisul, bancos que financiaram a obra para erguer o estádio. O negócio é dado como "irreversível" pelo presidente Romildo Bolzan Jr. desde agosto.
Em maio, o valor a ser pago aos bancos pelo financiamento girava em torno dos R$ 190 milhões – cerca de R$ 70 milhões já haviam sido pagos do total de R$ 260 milhões. O valor do Olímpico passaria a R$ 170 milhões junto à OAS, que ainda não recebeu o antigo estádio gremista para iniciar a construção dos empreendimentos previstos para o local.
O Grêmio criou um modelo de negócio que pagará R$ 2 milhões por mês para os bancos por seis anos. Depois deste período, o valor diminui para R$ 1,5 milhão, o que o clube faz atualmente, por conta do pagamento para que os sócios tenham seus direitos garantidos na nova casa.
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Mesmo com o avanço nos bastidores da OAS, o desfecho, com anúncio da compra da Arena, não tem prazo para ocorrer. Sem o entrave, os advogados de Grêmio e construtora entram em cena para dar sequência às tratativas e, enfim, assegurar a assinatura do contrato. O Tricolor demonstra otimismo diante do avanço nos bastidores da empreiteira. Ainda assim, segue acautelado acerca da oficialização do negócio, em andamento há mais de dois anos.
O impasse pelo aval do Conselho de Credores era tamanho que as reuniões marcadas para debater o plano de recuperação foram adiadas durante meses pelos executivos da OAS, mesmo diante de uma sinalização positiva para a proposta gremista de comprar a Arena. Além de contar com o aval da construtora, o Grêmio já tem acertadas as condições com Banco do Brasil, Santander e Banrisul, bancos que financiaram a obra para erguer o estádio. O negócio é dado como "irreversível" pelo presidente Romildo Bolzan Jr. desde agosto.
Em maio, o valor a ser pago aos bancos pelo financiamento girava em torno dos R$ 190 milhões – cerca de R$ 70 milhões já haviam sido pagos do total de R$ 260 milhões. O valor do Olímpico passaria a R$ 170 milhões junto à OAS, que ainda não recebeu o antigo estádio gremista para iniciar a construção dos empreendimentos previstos para o local.
O Grêmio criou um modelo de negócio que pagará R$ 2 milhões por mês para os bancos por seis anos. Depois deste período, o valor diminui para R$ 1,5 milhão, o que o clube faz atualmente, por conta do pagamento para que os sócios tenham seus direitos garantidos na nova casa.
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