Alexandre Kalil é o CEO da Liga Sul-Minas-Rio
Foto: Bruno Cantini/Atlético MG / Divulgação
A Primeira Liga, que já teve abandono e desentendimentos antes mesmo de organizar a sua primeira competição, virou objetivo em si mesma. Já não é o torneio Sul-Minas-Rio-Paraná-Santa Catarina a grande prioridade. Importante, para os seus criadores, é a própria liga. O torneio, já admitem sem proclamar, será absolutamente secundário. É de enlouquecer.
Clubes se reúnem para formar uma associação e organizar uma competição que não julgam prioridade e não desperta qualquer interesse pelas redes de televisão. Incrível! Uma copa para dar prejuízo e não atrair público algum. Genial.
O Cruzeiro já caiu fora, Flamengo e Fluminense estariam seguindo o mesmo caminho e até o Inter também estaria desistindo. Antes mesmo que acontecesse o primeiro desentendimento que está implodindo a liga, o Flamengo já colocou as manguinhas de fora e anunciou que exigiria cota maior da televisão. Sempre foi assim e assim sempre será. Quando o assunto é dinheiro, cada clube só enxerga o seu cofre. Alguém aposta alguns tostões na Primeira Liga?
Pessoas que se dizem próximas do presidente Romildo Bolzan Júnior garantem que a principal motivação do Grêmio na competição seria a de esvaziar o Gauchão, atingindo diretamente o presidente Francisco Novelletto. Aposto um dedo que tamanha bobagem não passa nem perto do presidente gremista. Apesar de ser novo no ramo, Bolzan não é tão ingênuo.
Sonhadores são aqueles que imaginam que uma liga reforçaria a força dos clubes. Ora, os clubes jamais se entenderam, por que se entenderiam agora? Este foi um milagre que só aconteceu no período em que existia o Clube dos 13, presidido pelo doutor Fábio André Koff.
Quando os próprios clubes detonaram a sua associação, a primeira consequência foi o desnivelamento dos ganhos oriundos da televisão. Flamengo e Corinthians passaram a faturar várias vezes mais do que a dupla Gre-Nal, por exemplo. E os clubes agüentaram caladinhos. Por este e outros motivos, falar em liga me faz rir.
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Foto: Bruno Cantini/Atlético MG / Divulgação
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O Cruzeiro já caiu fora, Flamengo e Fluminense estariam seguindo o mesmo caminho e até o Inter também estaria desistindo. Antes mesmo que acontecesse o primeiro desentendimento que está implodindo a liga, o Flamengo já colocou as manguinhas de fora e anunciou que exigiria cota maior da televisão. Sempre foi assim e assim sempre será. Quando o assunto é dinheiro, cada clube só enxerga o seu cofre. Alguém aposta alguns tostões na Primeira Liga?
Pessoas que se dizem próximas do presidente Romildo Bolzan Júnior garantem que a principal motivação do Grêmio na competição seria a de esvaziar o Gauchão, atingindo diretamente o presidente Francisco Novelletto. Aposto um dedo que tamanha bobagem não passa nem perto do presidente gremista. Apesar de ser novo no ramo, Bolzan não é tão ingênuo.
Sonhadores são aqueles que imaginam que uma liga reforçaria a força dos clubes. Ora, os clubes jamais se entenderam, por que se entenderiam agora? Este foi um milagre que só aconteceu no período em que existia o Clube dos 13, presidido pelo doutor Fábio André Koff.
Quando os próprios clubes detonaram a sua associação, a primeira consequência foi o desnivelamento dos ganhos oriundos da televisão. Flamengo e Corinthians passaram a faturar várias vezes mais do que a dupla Gre-Nal, por exemplo. E os clubes agüentaram caladinhos. Por este e outros motivos, falar em liga me faz rir.
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