Marcus Vicente citou o que espera fazer para mudar o futebol brasileiro
Marcus Antônio Vicente, o novo presidente interino da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) declarou, em artigo publicado neste domingo pela Folha de S. Paulo, que se inspira no futebol dos Estados Unidos para mudar o esporte no país.
Segundo o novo mandatário, que assumiu o poder da entidade após Marco Polo del Nero se licenciar da função, declarou que, para modernizar o futebol brasileiro, sua gestão se baseará em quatro fatores: intensificação da capacitação de treinadores, treinamento e capacitação de árbitros, criação de campeonatos brasileiros para as categorias de base e a internacionalização do futebol nacional.
Para exemplificar este último ponto, Marcus Vicente cita como exemplo a Major League Soccer (MLS), torneio de futebol dos Estados Unidos. "Há quatro anos a MLS pagava a quem desejasse transmitir seus jogos. Em 2016 as transmissões da liga americana renderão US$ 1 bilhão - algo em torno de R$ 3,9 bilhões. Já nossos clubes penam para fechar suas contas, honrar contratos, investir na base e rolar dívidas", declarou o presidente.
O cartola, que é deputado federal pelo Espírito Santo, ainda citou que seu mandato se baseará no tripé formado por transparência, gestão e resultados para assim possa "buscar o sopro de genialidade e renovação que nos trarão a tão sonhada sexta estrela".
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Segundo o novo mandatário, que assumiu o poder da entidade após Marco Polo del Nero se licenciar da função, declarou que, para modernizar o futebol brasileiro, sua gestão se baseará em quatro fatores: intensificação da capacitação de treinadores, treinamento e capacitação de árbitros, criação de campeonatos brasileiros para as categorias de base e a internacionalização do futebol nacional.
Para exemplificar este último ponto, Marcus Vicente cita como exemplo a Major League Soccer (MLS), torneio de futebol dos Estados Unidos. "Há quatro anos a MLS pagava a quem desejasse transmitir seus jogos. Em 2016 as transmissões da liga americana renderão US$ 1 bilhão - algo em torno de R$ 3,9 bilhões. Já nossos clubes penam para fechar suas contas, honrar contratos, investir na base e rolar dívidas", declarou o presidente.
O cartola, que é deputado federal pelo Espírito Santo, ainda citou que seu mandato se baseará no tripé formado por transparência, gestão e resultados para assim possa "buscar o sopro de genialidade e renovação que nos trarão a tão sonhada sexta estrela".
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