Renato se emociona após marcar gol na prorrogação (Foto: Reprodução SporTV)
Há 32 anos atrás, no dia 11 de dezembro de 1983, o Grêmio se sagrava campeão mundial de clubes e eternizava Renato Gaúcho como ídolo. O atacante marcava o gol da vitória por 2 a 1 sobre o Hamburgo, da Alemanha, em Tóquio, no Japão, na prorrogação. O “Redação AM” relembra o tento do craque, anotado aos três minutos do tempo extra, na voz de Haroldo de Souza, da Rádio Gaúcha.
- Encontra-se Mário Sérgio. Ele levanta na boca do gol para Tarcísio desviar na zaga para Renato. Para a perna esquerda, atirou. Gol! Um predestinado Renato! Aos três minutos da partida na prorrogação. Ele está fazendo uma partida de craque, está explodindo o coração de todo aquele que gosta do futebol brasileiro. Tinha que ser Renato. Determina aos três minutos de partida a devolução da nossa alegria. E agora eu é que afirmo: ninguém mais vai tirar esse título de campeão do mundo do Grêmio.
Renato foi decisivo naquela final. Fez 1 a 0 aos 37 da etapa inicial, antes de Schoreder empatar aos 40 do segundo tempo, levando o duelo para a prorrogação. Coube ao atacante deixar o Grêmio, que tinha craques como Baidek, Paulo César Caju e Mário Sérgio, na frente do placar novamente.
A raça de Renato ajudou o Grêmio a se projetar e contar vantagem como único campeão mundial do Sul até 2006, quando o Internacional conquistou o Mundial.
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Há 32 anos atrás, no dia 11 de dezembro de 1983, o Grêmio se sagrava campeão mundial de clubes e eternizava Renato Gaúcho como ídolo. O atacante marcava o gol da vitória por 2 a 1 sobre o Hamburgo, da Alemanha, em Tóquio, no Japão, na prorrogação. O “Redação AM” relembra o tento do craque, anotado aos três minutos do tempo extra, na voz de Haroldo de Souza, da Rádio Gaúcha.
- Encontra-se Mário Sérgio. Ele levanta na boca do gol para Tarcísio desviar na zaga para Renato. Para a perna esquerda, atirou. Gol! Um predestinado Renato! Aos três minutos da partida na prorrogação. Ele está fazendo uma partida de craque, está explodindo o coração de todo aquele que gosta do futebol brasileiro. Tinha que ser Renato. Determina aos três minutos de partida a devolução da nossa alegria. E agora eu é que afirmo: ninguém mais vai tirar esse título de campeão do mundo do Grêmio.
Renato foi decisivo naquela final. Fez 1 a 0 aos 37 da etapa inicial, antes de Schoreder empatar aos 40 do segundo tempo, levando o duelo para a prorrogação. Coube ao atacante deixar o Grêmio, que tinha craques como Baidek, Paulo César Caju e Mário Sérgio, na frente do placar novamente.
A raça de Renato ajudou o Grêmio a se projetar e contar vantagem como único campeão mundial do Sul até 2006, quando o Internacional conquistou o Mundial.
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