Roger projeta usar garotos no Gauchão (Foto: Rodrigo Fatturi/Grêmio)
Com vaga na Libertadores assegurada com antecedência, o Grêmio sequer esperou o fim do Brasileirão para dar vazão a seu planejamento para 2016. Os esforços da diretoria e do técnico Roger Machado, é claro, se concentram na busca pelo tricampeonato continental, principal objetivo da temporada. Mas sem esquecer o Campeonato Gaúcho. O Tricolor quer o título estadual, conquistado pelo rival nos últimos cinco anos, e mais do que isso. Vê o regional como oportunidade para dar experiência aos garotos de seu elenco de transição.
O plano de "amadurecimento" traçado pelo treinador prevê o aproveitamento dos garotos nos duelos pelo Gauchão, sem prejudicar a caminhada na briga pelo título. Aí, reside um "impeditivo": o limite de 32 atletas inscritos previsto pela Federação Gaúcha de Futebol (FGF) no regulamento. Um desafio para Roger equacionar no início da temporada.
– Temos o impeditivo no número de vagas, um mecanismo que a FGF entendeu por bem colocar, mas que evidentemente nos tolhe um pouco.
Sabemos da importância do regional. Não desejamos deixá-lo em segundo plano, queremos também a conquista. Dentro do processo do amadurecimento, esse número limitado impede um pouco o processo. A regra é essa, e vamos buscar uma alternativa. A intenção é poder experienciar e dar bagagem aos meninos, mas não sei com que volume vou conseguir. Não posso colocar em risco a disputa do regional, que é muito importante – projeta o treinador.
A pedida do comandante por dar tempo de jogo aos garotos antes de competições de nível mais alto de exigência, como a Libertadores e o Brasileirão, não é novidade. Pelo contrário, é tecla batida com insistência por Roger. De acordo com o treinador, garotos como Everton e Pedro Rocha, por mais talento que tenham, precisam de mais experiência em campo para ganhar regularidade nas atuações e mais tranquilidade nos momentos decisivos.
– Quando cheguei, tinha um grupo com muitos jovens, em que o clube iria apostar. Muitos iniciaram ou fariam o primeiro Brasileirão. O ideal seria conseguir dar experiência aos jogadores no regional, para experimentá-los e ver o que poderão dar de retorno. A gente tinha certeza das capacidades, mas naquele momento (no Brasileiro), vinham algumas dúvidas. O Everton, sabemos que tem bastante talento, mas precisa ser experimentado. Vinha entrando bem, coloquei como titular. Teve partidas irregulares, talvez pudesse ter o tirado. Mas entendendo como é o processo, imaginei que pudesse dar uma oportunidade para nos ajudar. E nos deu resposta – salienta Roger.
Em meio ao planejamento para o Gauchão e para a Libertadores, o Grêmio foca na montagem de seu elenco para 2016. Além de buscar as renovações de Maicon, Galhardo e Erazo, o Tricolor vasculha o mercado, com prioridade para o ataque.
Garotos como Batista podem aparecer no grupo para o Gauchão (Foto: Rodrigo Fatturi/Grêmio/Divulgação)
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O plano de "amadurecimento" traçado pelo treinador prevê o aproveitamento dos garotos nos duelos pelo Gauchão, sem prejudicar a caminhada na briga pelo título. Aí, reside um "impeditivo": o limite de 32 atletas inscritos previsto pela Federação Gaúcha de Futebol (FGF) no regulamento. Um desafio para Roger equacionar no início da temporada.
– Temos o impeditivo no número de vagas, um mecanismo que a FGF entendeu por bem colocar, mas que evidentemente nos tolhe um pouco.
Sabemos da importância do regional. Não desejamos deixá-lo em segundo plano, queremos também a conquista. Dentro do processo do amadurecimento, esse número limitado impede um pouco o processo. A regra é essa, e vamos buscar uma alternativa. A intenção é poder experienciar e dar bagagem aos meninos, mas não sei com que volume vou conseguir. Não posso colocar em risco a disputa do regional, que é muito importante – projeta o treinador.
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Em meio ao planejamento para o Gauchão e para a Libertadores, o Grêmio foca na montagem de seu elenco para 2016. Além de buscar as renovações de Maicon, Galhardo e Erazo, o Tricolor vasculha o mercado, com prioridade para o ataque.
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