Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA
Lembro que no início de 2015, eu temia o pior deste time do Grêmio. Ano em que o presidente Romildo Bolzan tirou para pagar as contas e, com sorte, ganhar o Gauchão. Chegar às semi-finais da Copa do Brasil? Classificar para Libertadores? Puff. Nem o mais otimista torcedor acreditava nisto. "Com Galhardo, Marcelo Oliveira e Erazo? Vamos lutar para não cair ou ser um mero figurante", era o que quase todos diziam.
Então começou o Gauchão, e a angustia de ver um time fraco, apresentando um futebol ruim, só aumentava. Para piorar, propostas da China chegavam a todo momento para Felipão, que até então, eu achava ser a única pessoa que poderia tirar o Grêmio daquela situação ruim.
O Gauchão acabou e o Grêmio foi vice de novo. Mas então começou o Brasileirão, melancolicamente, eu diria. Logo de cara, nas duas primeiras rodadas, um empate em casa com a Ponte Preta e uma derrota para o Coritiba com direito à vídeo cassetada protagonizada por Erazo e Matías Rodríguez. O resultado de tudo isso? Felipão pediu para sair, provavelmente desacreditado daquele time.
Cristovão Borges, Doriva e outros nomes foram cogitados. Nenhum que empolgasse, até que surgiu Roger. Ídolo da torcida, que logo de cara, passou confiança e mostrou que podíamos sonhar com um horizonte de vitórias a curto prazo.
Com humildade, Roger foi trabalhando. Os jogadores aos poucos, foram retomando a confiança. As vitórias e as boas atuações começaram a aparecer, surpreendentemente. Logo chegou o clássico GreNal, no qual eu estava presente, inclusive [...] Um Grêmio confiante contra um Inter que vinha caindo pelas tabelas, demitindo treinador e crise instaurada no vestiário. O resultado? Grêmio 5x0 Inter. O jogo do ano! [...]"Mas é só uma fase do Grêmio. Esse time não vai ter folego para se manter lá em cima até o final do campeonato", ouvi muito isto. Mas cá estamos. O Brasileiro acabou e, pela 15ª vez, teremos a chance de conquistar a tão sonhada taça da Copa Libertadores. Mal posso esperar pelas noites frias, com laser na cara do goleiro e carrinhos perigosos.
Eu espero de 2016 um ano tão surpreendente quanto o de 2015. Não entraremos como favoritos na Copa Libertadores, mas o Grêmio sempre surpreende, não é mesmo?
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Então começou o Gauchão, e a angustia de ver um time fraco, apresentando um futebol ruim, só aumentava. Para piorar, propostas da China chegavam a todo momento para Felipão, que até então, eu achava ser a única pessoa que poderia tirar o Grêmio daquela situação ruim.
O Gauchão acabou e o Grêmio foi vice de novo. Mas então começou o Brasileirão, melancolicamente, eu diria. Logo de cara, nas duas primeiras rodadas, um empate em casa com a Ponte Preta e uma derrota para o Coritiba com direito à vídeo cassetada protagonizada por Erazo e Matías Rodríguez. O resultado de tudo isso? Felipão pediu para sair, provavelmente desacreditado daquele time.
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Com humildade, Roger foi trabalhando. Os jogadores aos poucos, foram retomando a confiança. As vitórias e as boas atuações começaram a aparecer, surpreendentemente. Logo chegou o clássico GreNal, no qual eu estava presente, inclusive [...] Um Grêmio confiante contra um Inter que vinha caindo pelas tabelas, demitindo treinador e crise instaurada no vestiário. O resultado? Grêmio 5x0 Inter. O jogo do ano! [...]"Mas é só uma fase do Grêmio. Esse time não vai ter folego para se manter lá em cima até o final do campeonato", ouvi muito isto. Mas cá estamos. O Brasileiro acabou e, pela 15ª vez, teremos a chance de conquistar a tão sonhada taça da Copa Libertadores. Mal posso esperar pelas noites frias, com laser na cara do goleiro e carrinhos perigosos.
Eu espero de 2016 um ano tão surpreendente quanto o de 2015. Não entraremos como favoritos na Copa Libertadores, mas o Grêmio sempre surpreende, não é mesmo?
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