(Montagem: Infoesporte)
A direção gremista deixou claro, no início do ano, que 2015 seria o pontapé inicial de uma nova forma de gestão do clube. Além da busca de saneamento das dívidas, a cúpula do Tricolor admitiu que não teria recursos para contratar jogadores de alto custo. Inclusive, pela projeção, a ideia era reerguer as finanças para 2016 e só entrar de vez em uma disputa de Libertadores em 2017. Mas a chegada de Roger Machado e um novo conceito de futebol catapultou o time ao terceiro lugar do Brasileirão.
O desempenho acima do esperado no Nacional, contudo, acelerou o processo da competição continental. Ainda que não estivesse nos planos, a Libertadores é realidade no calendário azul para 2016. Para reforçar o grupo sem dinheiro, a direção se desdobra em estratégias de negócio. Há pelo menos dois moldes contratação em vista pelos dirigentes que evitam o endividamento do clube.
Pela nova norma aprovada pelo Comitê Executivo da Fifa, a participação de terceiros em transferências de jogadores está proibida. Ou seja, os times não podem mais contar com a ajuda de investidores em contratações. Porém, há brechas, e o Grêmio espera se valer disso de olho em reforços. Uma das opções é contrair uma espécie de empréstimo junto aos parceiros para viabilizar o negócio. Depois, o valor é diluído em parcelas mensais pagas diretamente ao investidor.
– Tem que buscar dinheiro em um modelo quase de empréstimo, em que o clube assume compromissos em um tempo, diluídos em várias prestações. Evidentemente, se houver venda futura, fica com o compromisso de repassar (o valor devido) ao empresário. Colocamos como um cenário, e é complexo por isso – explica o diretor executivo Rui Costa.
Nesse caso, o Grêmio tem a seu lado o empresário arrozeiro Celso Rigo, que possui diversos acordos com o clube. O mais badalado é a aquisição do meia Giuliano junto ao Dnipro, da Ucrânia, em 2014, por 4 milhões de euros.

Presidente Romildo Bolzan e executivo Rui Costa lideram negociações (Foto: Eduardo Moura/GloboEsporte.com)
O outro formato negociado pelo Tricolor busca relação próxima com fundos de investimento. Nesta modalidade, o grupo compra os direitos econômicos do jogador e o vincula a um time registrado em seu nome. Em seguida, este clube repassa o atleta ao Grêmio, também por empréstimo. Em caso de destaque e venda futura, os investidores lucram como donos do atleta, e os gaúchos recebem um percentual pela "vitrine".
– Por interesse, o fundo compra um jogador e o coloca no Grêmio. Teria o ganho desportivo e a vitrine. É a criatividade de usufruir de um jogador sem ter condições de comprá-lo. Ou fazemos um empréstimo do fundo, que tem interesse em vincular sua marca a um clube – cita Rui.
Com a terceira posição assegurada, o Grêmio ainda pode lucrar mais no Brasileirão caso vença o Joinville e o Atlético-MG não supere a Chapecoense. Com isso, chegaria ao segundo lugar e passaria a receber R$ 6,3 milhões de premiação, em vez de R$ 4,3 milhões. A rodada decisiva tem início às 17h deste domingo.
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A direção gremista deixou claro, no início do ano, que 2015 seria o pontapé inicial de uma nova forma de gestão do clube. Além da busca de saneamento das dívidas, a cúpula do Tricolor admitiu que não teria recursos para contratar jogadores de alto custo. Inclusive, pela projeção, a ideia era reerguer as finanças para 2016 e só entrar de vez em uma disputa de Libertadores em 2017. Mas a chegada de Roger Machado e um novo conceito de futebol catapultou o time ao terceiro lugar do Brasileirão.
O desempenho acima do esperado no Nacional, contudo, acelerou o processo da competição continental. Ainda que não estivesse nos planos, a Libertadores é realidade no calendário azul para 2016. Para reforçar o grupo sem dinheiro, a direção se desdobra em estratégias de negócio. Há pelo menos dois moldes contratação em vista pelos dirigentes que evitam o endividamento do clube.
Pela nova norma aprovada pelo Comitê Executivo da Fifa, a participação de terceiros em transferências de jogadores está proibida. Ou seja, os times não podem mais contar com a ajuda de investidores em contratações. Porém, há brechas, e o Grêmio espera se valer disso de olho em reforços. Uma das opções é contrair uma espécie de empréstimo junto aos parceiros para viabilizar o negócio. Depois, o valor é diluído em parcelas mensais pagas diretamente ao investidor.
– Tem que buscar dinheiro em um modelo quase de empréstimo, em que o clube assume compromissos em um tempo, diluídos em várias prestações. Evidentemente, se houver venda futura, fica com o compromisso de repassar (o valor devido) ao empresário. Colocamos como um cenário, e é complexo por isso – explica o diretor executivo Rui Costa.
Nesse caso, o Grêmio tem a seu lado o empresário arrozeiro Celso Rigo, que possui diversos acordos com o clube. O mais badalado é a aquisição do meia Giuliano junto ao Dnipro, da Ucrânia, em 2014, por 4 milhões de euros.

Presidente Romildo Bolzan e executivo Rui Costa lideram negociações (Foto: Eduardo Moura/GloboEsporte.com)
O outro formato negociado pelo Tricolor busca relação próxima com fundos de investimento. Nesta modalidade, o grupo compra os direitos econômicos do jogador e o vincula a um time registrado em seu nome. Em seguida, este clube repassa o atleta ao Grêmio, também por empréstimo. Em caso de destaque e venda futura, os investidores lucram como donos do atleta, e os gaúchos recebem um percentual pela "vitrine".
– Por interesse, o fundo compra um jogador e o coloca no Grêmio. Teria o ganho desportivo e a vitrine. É a criatividade de usufruir de um jogador sem ter condições de comprá-lo. Ou fazemos um empréstimo do fundo, que tem interesse em vincular sua marca a um clube – cita Rui.
Com a terceira posição assegurada, o Grêmio ainda pode lucrar mais no Brasileirão caso vença o Joinville e o Atlético-MG não supere a Chapecoense. Com isso, chegaria ao segundo lugar e passaria a receber R$ 6,3 milhões de premiação, em vez de R$ 4,3 milhões. A rodada decisiva tem início às 17h deste domingo.
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