Foto: André Baibich / Agência RBS / Agência RBS
Em clima de fim de temporada, Roger Machado já projeta o 2016 do Grêmio, que terá o compromisso da Copa Libertadores pela frente. Na entrevista coletiva da tarde desta sexta-feira, o técnico foi questionado se tem preferência por adversários na fase de grupos. Para Roger, não há facilidade maior em enfrentar equipes de países com pouca tradição na competição.
— Como jogador eu joguei quase 70 partidas de Libertadores. E joguei contra times de todos os países. Os países se desenvolveram muito, mesmo os que têm pouca tradição. A Libertadores é atraente por ser muito disputada e ter uma característica própria. Não há um país que traga menos dificuldade — afirmou, antes de completar:
— O nível de concentração tem de ser muito elevado. Ela é uma competição relativamente curta. Todos desejam disputar e vencer, é a "Champions" sul-americana.
O comandante gremista, que confirmou o time para enfrentar o Joinville com Bobô e Bressan, fez um balanço positivo de sua primeira temporada à frente da equipe, mas ressaltou que o próximo ano terá de ser com títulos.
— A amostragem do último jogo é importante, mas não vai interferir na avaliação geral da temporada. Atribuo a temporada como muito positiva. Seis meses de trabalho, e a gente conquistou muito, dentro deste cenário de readequação financeira do clube e a oportunidade de promover jogadores jovens para que, jogando, esses ativos do clube fossem valorizados — disse.
— Esse ano foi bom, mas ano que vem tem que ganhar títulos. O que marca a carreira de um profissional são as conquistas. Roger ainda lamentou a regra da Federação Gaúcha, que limita o número de jogadores inscritos para o Gauchão.
O técnico reconheceu que seria interessante utilizar o Regional para dar experiência a jogadores pouco utilizados no time principal.
— Tem um impeditivo que é a questão do número de vagas. Um mecanismo que a Federação entendeu por bem colocar, mas isso acaba nos tirando um pouco essas possibilidades. Mesmo estando na Libertadores, a gente sabe da importância do Campeonato Regional. Queremos também a conquista do Regional. O número limitado de vagas acaba impedindo um pouco este processo — concluiu.
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— Como jogador eu joguei quase 70 partidas de Libertadores. E joguei contra times de todos os países. Os países se desenvolveram muito, mesmo os que têm pouca tradição. A Libertadores é atraente por ser muito disputada e ter uma característica própria. Não há um país que traga menos dificuldade — afirmou, antes de completar:
— O nível de concentração tem de ser muito elevado. Ela é uma competição relativamente curta. Todos desejam disputar e vencer, é a "Champions" sul-americana.
O comandante gremista, que confirmou o time para enfrentar o Joinville com Bobô e Bressan, fez um balanço positivo de sua primeira temporada à frente da equipe, mas ressaltou que o próximo ano terá de ser com títulos.
— A amostragem do último jogo é importante, mas não vai interferir na avaliação geral da temporada. Atribuo a temporada como muito positiva. Seis meses de trabalho, e a gente conquistou muito, dentro deste cenário de readequação financeira do clube e a oportunidade de promover jogadores jovens para que, jogando, esses ativos do clube fossem valorizados — disse.
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O técnico reconheceu que seria interessante utilizar o Regional para dar experiência a jogadores pouco utilizados no time principal.
— Tem um impeditivo que é a questão do número de vagas. Um mecanismo que a Federação entendeu por bem colocar, mas isso acaba nos tirando um pouco essas possibilidades. Mesmo estando na Libertadores, a gente sabe da importância do Campeonato Regional. Queremos também a conquista do Regional. O número limitado de vagas acaba impedindo um pouco este processo — concluiu.
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