Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Como qualquer clube brasileiro classificado para a Libertadores, o Grêmio espera por um reajuste das cotas pagas pela Conmebol. Considerada um enorme palco, a principal competição da América é, ao mesmo tempo, pouco rentável no plano financeiro. É quase como se o participante pagasse para disputar o torneio. Nesse ano, os seis jogos da primeira fase renderam a cada equipe R$ 965 mil. Mesmo que esse valor seja reajustado para R$ 1 milhão, ainda assim será deficitário.
– Há uma promessa de melhora. Tomara que seja cumprida – afirma o presidente Romildo Bolzan Júnior.
A partir das oitavas de final, há um reajuste. Somente em caso de título a competição se paga. O campeão, entre premiações e cota de TV recebe R$ 8,8 milhões. Uma forma de compensação é a comercialização de produtos licenciados e em planos especiais para atrair novos associados. Até por isso, o Grêmio lançou ontem uma nova campanha e aposta nas imagens do técnico Roger Machado e do goleiro Marcelo Grohe para reforçar seu quadro social.
Não se trata ainda da remigração que o clube pretende fazer quando fechar a compra da Arena. Com a gestão do estádio, o clube terá a possibilidade de lucrar também com a arrecadação das receitas de bilheteria, estacionamento e camarote das partidas. O negócio ainda depende de uma nova assembleia de sócios da OAS, que ocorrerá em 7 de dezembro.
Quando concluída, a operação permitirá ao Grêmio lançar novas modalidades. No momento, a direção aposta em seus planos de entrada, sócio-torcedor ouro e diamante, com custo mensal de R$ 26 e R$ 45. Também oferta cadeira gramado, alta e gold (R$ 92 a R$ 369).
– Todo sócio gremista tem um conjunto de vantagens, temos uma rede com mais de 600 empresas conveniadas que oferecem descontos em todo o Brasil – diz o executivo de marketing Beto Carvalho.
As cotas em 2015
1ª fase: R$ 965 mil
Fase de grupos: R$ 3,4 milhões por três jogos
Oitavas de final: R$ 2,1 milhões
Quartas: R$ 2,5 milhões
Semifinal: R$ 2,7 milhões
Final: R$ 8,8 milhões para o campeão, R$ 3,8 milhões para o vice
VEJA TAMBÉM
- Grêmio avalia liberar Amuzu para amistoso fora da Data FIFA
- Luís Castro abre espaço para jovens em jogo decisivo
- Arthur perto de voltar, mas situação contratual preocupa
Como qualquer clube brasileiro classificado para a Libertadores, o Grêmio espera por um reajuste das cotas pagas pela Conmebol. Considerada um enorme palco, a principal competição da América é, ao mesmo tempo, pouco rentável no plano financeiro. É quase como se o participante pagasse para disputar o torneio. Nesse ano, os seis jogos da primeira fase renderam a cada equipe R$ 965 mil. Mesmo que esse valor seja reajustado para R$ 1 milhão, ainda assim será deficitário.
– Há uma promessa de melhora. Tomara que seja cumprida – afirma o presidente Romildo Bolzan Júnior.
A partir das oitavas de final, há um reajuste. Somente em caso de título a competição se paga. O campeão, entre premiações e cota de TV recebe R$ 8,8 milhões. Uma forma de compensação é a comercialização de produtos licenciados e em planos especiais para atrair novos associados. Até por isso, o Grêmio lançou ontem uma nova campanha e aposta nas imagens do técnico Roger Machado e do goleiro Marcelo Grohe para reforçar seu quadro social.
Não se trata ainda da remigração que o clube pretende fazer quando fechar a compra da Arena. Com a gestão do estádio, o clube terá a possibilidade de lucrar também com a arrecadação das receitas de bilheteria, estacionamento e camarote das partidas. O negócio ainda depende de uma nova assembleia de sócios da OAS, que ocorrerá em 7 de dezembro.
Quando concluída, a operação permitirá ao Grêmio lançar novas modalidades. No momento, a direção aposta em seus planos de entrada, sócio-torcedor ouro e diamante, com custo mensal de R$ 26 e R$ 45. Também oferta cadeira gramado, alta e gold (R$ 92 a R$ 369).
– Todo sócio gremista tem um conjunto de vantagens, temos uma rede com mais de 600 empresas conveniadas que oferecem descontos em todo o Brasil – diz o executivo de marketing Beto Carvalho.
As cotas em 2015
1ª fase: R$ 965 mil
Fase de grupos: R$ 3,4 milhões por três jogos
Oitavas de final: R$ 2,1 milhões
Quartas: R$ 2,5 milhões
Semifinal: R$ 2,7 milhões
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