Último jogo do ano na Arena, o confronto com o Atlético-MG pode aproximar o Grêmio da missão que ainda lhe resta no Brasileirão, que é terminar a competição como segundo colocado. Por enquanto, é de quatro pontos em favor dos mineiros a diferença entre os dois times - 66 a 62. Será preciso vencer neste domingo e torcer por um novo tropeço do adversário na última rodada, contra a Chapecoense.
Ainda que não alcance seu objetivo, o Grêmio encerrará o ano melhor do que começou. A classificação à Libertadores é assegurada pelo saldo de gols bem maior do que os concorrentes mais próximos. Um prêmio a um time que ingressou no G4 ainda no primeiro turno e, desde então, sempre se manteve entre os primeiros colocados.
Há, contudo, problemas que inquietam a torcida. Nas últimas partidas, a solidez defensiva não tem encontrado correspondência no ataque. Nos quatro últimos jogos, foram somente três gols, o que leva Roger Machado a variar atacantes a cada rodada.
No treinamento de sexta-feira, o técnico testou Pedro Rocha, Everton e Luan pelo lado esquerdo. Nessa última experiência, colocou Bobô como centroavante. Não por acaso, uma das prioridades da direção é abrir a próxima temporada com um novo atacante contratado, com características diferentes dos atuais. Um jogador que transmita a certeza de que, dessa vez, as oitavas de final não serão o limite na Libertadores, como nos dois últimos anos.
— Não se pode ter tudo em futebol. Priorizamos a troca de passe e a infiltração — explica o técnico.
O Atlético-MG tenta emergir da crise que teve como consequência a queda do treinador Levir Culpi. A inconstância do time é refletida em resultados como as goleadas sofridas recentemente contra Sport, Corinthians e São Paulo. A consequência está no número de gols sofridos. Foram 45, dois a mais do que o Joinville, que já está rebaixado.
— O Atlético-MG tem alguns problemas na defesa. O estilo de jogo é meio kamikaze. Em algumas jogadas, os laterais e os volantes não fazem a cobertura adequada — informa Luiz Martini, repórter do site Superesportes, de Belo Horizonte.
No jogo da Arena, a equipe será comandada por Diogo Giacomini, 36 anos, técnico do sub-20. Desde 2008, o time não tinha um interino no comando. O último havia sido Marcelo Oliveira, hoje no Palmeiras, depois de sagrar-se bicampeão brasileiro pelo Cruzeiro.
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Ainda que não alcance seu objetivo, o Grêmio encerrará o ano melhor do que começou. A classificação à Libertadores é assegurada pelo saldo de gols bem maior do que os concorrentes mais próximos. Um prêmio a um time que ingressou no G4 ainda no primeiro turno e, desde então, sempre se manteve entre os primeiros colocados.
Há, contudo, problemas que inquietam a torcida. Nas últimas partidas, a solidez defensiva não tem encontrado correspondência no ataque. Nos quatro últimos jogos, foram somente três gols, o que leva Roger Machado a variar atacantes a cada rodada.
No treinamento de sexta-feira, o técnico testou Pedro Rocha, Everton e Luan pelo lado esquerdo. Nessa última experiência, colocou Bobô como centroavante. Não por acaso, uma das prioridades da direção é abrir a próxima temporada com um novo atacante contratado, com características diferentes dos atuais. Um jogador que transmita a certeza de que, dessa vez, as oitavas de final não serão o limite na Libertadores, como nos dois últimos anos.
— Não se pode ter tudo em futebol. Priorizamos a troca de passe e a infiltração — explica o técnico.
O Atlético-MG tenta emergir da crise que teve como consequência a queda do treinador Levir Culpi. A inconstância do time é refletida em resultados como as goleadas sofridas recentemente contra Sport, Corinthians e São Paulo. A consequência está no número de gols sofridos. Foram 45, dois a mais do que o Joinville, que já está rebaixado.
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No jogo da Arena, a equipe será comandada por Diogo Giacomini, 36 anos, técnico do sub-20. Desde 2008, o time não tinha um interino no comando. O último havia sido Marcelo Oliveira, hoje no Palmeiras, depois de sagrar-se bicampeão brasileiro pelo Cruzeiro.
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