Foto: Mateus Bruxel / Agência RBS / Agência RBS
Vivemos na tarde de domingo, no Beira Rio, o início de uma nova era, de novos tempos. Depois de mais de 10 longos anos de inferioridade absoluta sobre o Internacional, finalmente conseguimos interromper a sequência. Um pouco de história não faz mal a ninguém. Vamos lá.
Em 2003, no velho Estádio Olímpico, o Inter vencia, de virada, o Grêmio com gol de Daniel Carvalho e dava início a uma era de grandes conquistas, depois de longos 15 anos de sofrimento. Todas as conquistas, por sinal, muito merecidas. Trabalharam, se estruturaram, montaram grandes equipes, enquanto o Grêmio brigava internamente e contratava um time a cada seis meses. Enfim, foram anos difíceis em consequência de grandes acertos do rival e de muitos problemas do Grêmio.
Aos poucos fomos nos acalmando, tratando de maneira mais amena e com mais paciência as nossas dificuldades. Seguimos precisando de muitas coisas, mas na eterna comparação com o Inter, já superamos a referida inferioridade. O clássico de ontem foi emblemático neste sentido. Mesmo com a derrota do Grêmio, ficou evidente a diferença do momento destes dois clubes.
Quantas vezes vencemos e sorrimos por apenas poucas horas? Quantas vezes vencemos apenas o clássico que nada valia? E também nos emocionamos. Também tratamos o jogo como o último de nossas vidas. Futebol é assim.
Hoje, no começo da semana, estamos virtualmente classificados para a Libertadores com duas rodadas de antecedência. Nos últimos anos, quantas vezes passamos por isso? Quantas vezes sabíamos exatamente a escalação do nosso time? Quantas vezes entendemos as poucas carências que precisamos? Quantas vezes conseguimos planejar com calma o próximo ano? E, principalmente, quantas vezes tratamos o Gre-Nal como apenas mais um jogo da tabela?
Evidente que as respostas de todas essas questões são óbvias. O nosso caminho mudou. O nosso mundo, finalmente, está traçado de uma maneira mais amena e mais eficaz. Não se pode ver futebol apenas com o olho no placar. Temos que entender e perceber todo o entorno. A diferença, agora, nos favorece. Nós temos organização, nós temos planejamento, nós temos um treinador definido, nós temos um time base e com contratos longos nas suas principais peças. Nós podemos sonhar com um futuro de muitas conquistas.
Não precisa muito, basta olhar e entender.
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Em 2003, no velho Estádio Olímpico, o Inter vencia, de virada, o Grêmio com gol de Daniel Carvalho e dava início a uma era de grandes conquistas, depois de longos 15 anos de sofrimento. Todas as conquistas, por sinal, muito merecidas. Trabalharam, se estruturaram, montaram grandes equipes, enquanto o Grêmio brigava internamente e contratava um time a cada seis meses. Enfim, foram anos difíceis em consequência de grandes acertos do rival e de muitos problemas do Grêmio.
Aos poucos fomos nos acalmando, tratando de maneira mais amena e com mais paciência as nossas dificuldades. Seguimos precisando de muitas coisas, mas na eterna comparação com o Inter, já superamos a referida inferioridade. O clássico de ontem foi emblemático neste sentido. Mesmo com a derrota do Grêmio, ficou evidente a diferença do momento destes dois clubes.
Quantas vezes vencemos e sorrimos por apenas poucas horas? Quantas vezes vencemos apenas o clássico que nada valia? E também nos emocionamos. Também tratamos o jogo como o último de nossas vidas. Futebol é assim.
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Evidente que as respostas de todas essas questões são óbvias. O nosso caminho mudou. O nosso mundo, finalmente, está traçado de uma maneira mais amena e mais eficaz. Não se pode ver futebol apenas com o olho no placar. Temos que entender e perceber todo o entorno. A diferença, agora, nos favorece. Nós temos organização, nós temos planejamento, nós temos um treinador definido, nós temos um time base e com contratos longos nas suas principais peças. Nós podemos sonhar com um futuro de muitas conquistas.
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