Luan em uma das raras oportunidades que o Grêmio teve no clássico disputado no Beira Rio
Muito me lembro dos tempos de infância, das partidas que jogava com os familiares e amigos nas areias da praia. Capão da Canoa ou Balneário Camboriú eram os destinos escolhidos. Quando o sol castigava, o jogo não fluía, o resultado era o de menos e o importante mesmo era fazer algum tipo de exercício. Todos estavam focados no banho de mar em seguida. O calor esteve assim em Porto Alegre neste domingo e os jogadores do Grêmio pareciam estar focados em qualquer outra coisa, menos no Gre-Nal que estavam disputando.
Meu único receio pré clássico acabou acontecendo. Era sabido que eles viriam com raiva devido aos 5 a 0 no primeiro turno e pela campanha inconsistente no Campeonato Brasileiro. Se o Grêmio entrasse à meia força, acabaria se complicando. Infelizmente, este roteiro se tornou realidade.
Venceu o clássico quem quis mais, quem faz maiores sacrifícios, quem se importou mais com o duelo. O Grêmio teve atuação preguiçosa, por vezes até desleixada, algo imperdoável para quem veste a camisa tricolor e ainda mais em uma peleja que envolve uma das maiores rivalidades do mundo. É preciso respeitar os milhões de gremistas espalhados pelo mundo e não é com performances displicentes como esta que isso é alcançado. Nós merecemos a derrota, isso precisa ser reconhecido.
Proponho uma experiência. Em algum clássico do Beira Rio, algum jogador que não estará relacionado passar por todo o sacrifício que o gremista passa para ir ao clássico fora, tratamento de gado e derivados. Depois ele faria relatório aos colegas de elenco e aposto que, depois disso, os jogadores passariam a dar carrinho nas próprias sombras. O que quero dizer com tudo isso? Que a vontade, o coração, a alma, sentir a partida, tudo isso é obrigação para quem disputa o Gre-Nal. O Grêmio não quis vencer o maior rival. E acabou punido.
Maicon faz muita falta na transição do meio para frente e sua permanência tem que ser tratada como uma das prioridades. Sem saída para o ataque, o Grêmio ficou encaixotado em sua defesa, suportando bem o empate, até que Erazo foi tentar sair jogando DE LETRA dentro da área. Que chutasse para qualquer lado, que desse um balão, que decidisse por qualquer jogada, menos a que escolheu. Resultado: perdeu a dividida que resultou no gol. A tendência é que vá embora, já que para titular não serve e é muito caro para um reserva.
Duas obvservações para encerrar:
1) O capitão deles deu entrevista semana passada dizendo que não comemora vaga. Já foi visto invadindo o campo, quando esteve fora por lesão, para celebrar vitória diante do Figueirense, que deixava eles próximos da Libertadores.
2) E neste domingo, o elenco e a torcida do Inter comemoraram o triunfo no clássico como se fosse um título. Acho justo que tenha celebração nas vitórias sobre o rival, em vaga na Libertadores, mas não venham com a hipocrisia depois de “só comemoramos títulos”.
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Muito me lembro dos tempos de infância, das partidas que jogava com os familiares e amigos nas areias da praia. Capão da Canoa ou Balneário Camboriú eram os destinos escolhidos. Quando o sol castigava, o jogo não fluía, o resultado era o de menos e o importante mesmo era fazer algum tipo de exercício. Todos estavam focados no banho de mar em seguida. O calor esteve assim em Porto Alegre neste domingo e os jogadores do Grêmio pareciam estar focados em qualquer outra coisa, menos no Gre-Nal que estavam disputando.
Meu único receio pré clássico acabou acontecendo. Era sabido que eles viriam com raiva devido aos 5 a 0 no primeiro turno e pela campanha inconsistente no Campeonato Brasileiro. Se o Grêmio entrasse à meia força, acabaria se complicando. Infelizmente, este roteiro se tornou realidade.
Venceu o clássico quem quis mais, quem faz maiores sacrifícios, quem se importou mais com o duelo. O Grêmio teve atuação preguiçosa, por vezes até desleixada, algo imperdoável para quem veste a camisa tricolor e ainda mais em uma peleja que envolve uma das maiores rivalidades do mundo. É preciso respeitar os milhões de gremistas espalhados pelo mundo e não é com performances displicentes como esta que isso é alcançado. Nós merecemos a derrota, isso precisa ser reconhecido.
Proponho uma experiência. Em algum clássico do Beira Rio, algum jogador que não estará relacionado passar por todo o sacrifício que o gremista passa para ir ao clássico fora, tratamento de gado e derivados. Depois ele faria relatório aos colegas de elenco e aposto que, depois disso, os jogadores passariam a dar carrinho nas próprias sombras. O que quero dizer com tudo isso? Que a vontade, o coração, a alma, sentir a partida, tudo isso é obrigação para quem disputa o Gre-Nal. O Grêmio não quis vencer o maior rival. E acabou punido.
Maicon faz muita falta na transição do meio para frente e sua permanência tem que ser tratada como uma das prioridades. Sem saída para o ataque, o Grêmio ficou encaixotado em sua defesa, suportando bem o empate, até que Erazo foi tentar sair jogando DE LETRA dentro da área. Que chutasse para qualquer lado, que desse um balão, que decidisse por qualquer jogada, menos a que escolheu. Resultado: perdeu a dividida que resultou no gol. A tendência é que vá embora, já que para titular não serve e é muito caro para um reserva.
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1) O capitão deles deu entrevista semana passada dizendo que não comemora vaga. Já foi visto invadindo o campo, quando esteve fora por lesão, para celebrar vitória diante do Figueirense, que deixava eles próximos da Libertadores.
2) E neste domingo, o elenco e a torcida do Inter comemoraram o triunfo no clássico como se fosse um título. Acho justo que tenha celebração nas vitórias sobre o rival, em vaga na Libertadores, mas não venham com a hipocrisia depois de “só comemoramos títulos”.
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Aplicativo Gremio Avalanche
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