Foto: Félix Zucco / Agencia RBS
Luan, sempre ele, fez de pênalti o gol salvador, o 1 a 0 que abrirá novos caminhos em 2016. Ao vencer o Fluminense, em noite de muita chuva na Capital, perto de 15 mil fãs na Arena, o Grêmio alcançou uma vaga na Copa Libertadores. Une-se ao paulista Corinthians e ao Atlético-MG.
O torneio significa mais dinheiro, melhores jogos, a oportunidade de um título inédito, o tricampeonato do torneio mais importante das Américas. Tudo fica mais fácil com a Libertadores por perto. Nada melhorará, entretanto, se a direção gremista não buscar reforços. São necessários laterais, meias e atacantes.
A vitória magra, idêntica ao desempenho, mostrou o mesmo Grêmio das últimas semanas. Foi um time que controlou o jogo, criou, teve a posse de bola, acertou duas vezes a trave dos cariocas, mas falhou em todas as conclusões. O aproveitamento ofensivo mostra onde mora a grande carência tricolor. Sem atacantes letais, sem um homem capaz de decidir, os maiores problemas continuarão intactos.
O Fluminense é um time que vive no limbo do Brasileirão. Não cai nem roça o G-4. Atuou com 10 desde os 18 minutos do segundo tempo, quando o Grêmio já vencia. Com Giuliano e Douglas em noite discreta, sem a força criativa de Luan, tudo fica um pouco mais difícil. O pênalti salvou. Walace foi o melhor. Geromel foi o senhor da zaga. O garoto Everton pouco apareceu.
O Grêmio que jogou nesta quinta-feira não é o da Libertadores. Nem pode ser. Não terá futuro se manter os 11 que superaram os cariocas. Há uma base interessante, mas é preciso reforçá-la.
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