Goleiro Alisson é um dos atletas que atuam no Brasil titular da Seleção de Dunga (Foto: André Mourão / MoWA Press)
Com a chegada de Jemerson para a vaga de David Luiz, suspenso, a Seleção passou a ter dez jogadores que atuam no futebol brasileiro na lista de convocados. Números elevados para uma equipe que até bem pouco tempo era formada, em sua maioria, por nomes que vinham da Europa. Para se ter ideia do momento vivido pelo país, na formação que vai entrar em campo nesta terça-feira, às 22h (de Brasília), para enfrentar o Peru, em Salvador, pelas eliminatórias, cinco atletas têm chance de estar na equipe principal do técnico Dunga.
O goleiro Alisson, do Internacional, o zagueiro Gil e o volante Elias, ambos do Corinthians, e o meia Lucas Lima e, provavelmente, o atacante Ricardo Oliveira, os dois do Santos, são os prováveis titulares na partida diante do Peru.
Este último é o que tem menos chance de entrar em campo. Ele concorre com Douglas Costa por uma vaga no setor ofensivo da Seleção.
- É importante assistir a jogos onde há jogadores brasileiros. Sabemos de suas qualidades, mas assim acompanhamos seus momentos físicos, técnicos. E também os jogadores que atuam no Brasil. Que eu me lembre, fazia tempo que a Seleção não tinha tantos jogadores atuando aqui.
E Dunga tem razão. Faz tempo que uma Seleção não entra em campo com cinco atletas que atuam no país. A última vez que tal situação ocorreu em eliminatórias foi em 2001. Naquela ocasião, o Brasil derrotou a Venezuela por 3 a 0, no Castelão, e conquistou a vaga para a Copa de 2002. O goleiro Marcos, do Palmeiras, o lateral Beletti, do São Paulo, o meia Juninho Paulista, do Vasco, e os atacantes Edilson, do Flamengo, e Luizão, do Corinthians, eram titulares.
No treino desta segunda-feira, no Estádio de Pituaçu, em Salvador, Dunga não deu pistas da equipe que vai colocar em campo. A imprensa teve acesso apenas ao recreativo, mas a tendência é que o time que entre em campo para enfrentar o Peru seja o seguinte: Alisson, Daniel Alves, Miranda, Gil e Filipe Luís; Luiz Gustavo, Elias, Lucas Lima e Willian; Neymar e Ricardo Oliveira (Douglas Costa).
Caso Dunga opte ou não pelos cinco atletas que atuam no Brasil, o resultado de 2001 pode servir de inspiração para a Seleção finalmente dar a arrancada que precisa para mostrar o bom futebol e melhorar a colocação na tabela de classificação das eliminatórias.
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E Dunga tem razão. Faz tempo que uma Seleção não entra em campo com cinco atletas que atuam no país. A última vez que tal situação ocorreu em eliminatórias foi em 2001. Naquela ocasião, o Brasil derrotou a Venezuela por 3 a 0, no Castelão, e conquistou a vaga para a Copa de 2002. O goleiro Marcos, do Palmeiras, o lateral Beletti, do São Paulo, o meia Juninho Paulista, do Vasco, e os atacantes Edilson, do Flamengo, e Luizão, do Corinthians, eram titulares.
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