A receita para matar o peru é simples. É o que se diz por ocasião do Natal. Você dá um jeito de fazer o peru encher a cara. Quando ele estiver bem alto, falante, chato, cambaleante e inconveniente, corta o pescoço dele. Mas essa desculpa de dar pinga para o peru pode ser um tiro pela culatra. Já vi muito cozinheiro ficar mais bêbado que o bicho. De repente, os dois enchem a cara e o papo rola. O peru tem que ouvir as frustrações do cozinheiro. E depois é só ressaca. Nada de peru assado.
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Pois bem, o Dunga (foto) precisa matar o Peru. Jogando na Bahia, com torcida apoiando, é pra depenar o bicho, faturar três pontos e melhorar o astral do final de ano. Mas, para isso, o time terá que jogar um pouco mais do que mostrou contra a Argentina. Terá que se acertar no ataque, sem permitir aquela avenida pelo setor esquerdo da defesa.
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Contra a Argentina, o Brasil mostrou futebol melhor quando percebeu que o Neymar não é mágico, que pode ser bem marcado. Não dá para jogar sozinho. Também não adianta esperar que seus colegas de Seleção joguem o futebol mostrado pelo Barcelona. Lá existe entrosamento. No time do Dunga, Neymar precisa entender que é mais um, sob pena de levar pancadas do adversário.
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Lembrei agora do Jamelão. Grade cantor se tornou um dos maiores puxadores de samba do Brasil. Sempre à frente da Mangueira, soltava o vozeirão na avenida. Mas, era ácido em entrevistas. Ainda mais quando lhe chamavam de puxador de samba. Numa dessas, na concentração da escola, o repórter, ainda verde, foi perguntando: “Jamelão, como é ser puxador de samba?” Não deu outra, com a cara fechada, ele respondeu: “Puxador, não! Sou interprete”.
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Pois bem, com cada árbitro apitando como lhe dá na telha, qualquer dia desses vamos ouvir um dizendo: “Árbitro, não! Eu sou intérprete!” E vai seguir interpretando a regra à sua maneira.
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Quando o Sport reclama do pênalti a favor do Cruzeiro, não pode esquecer que levou mais dois gols. Dizer que a penalidade mudou o jogo é adivinhação, não cola. Se querem reclamar, e é um direito, precisam reclamar contra a comissão de arbitragem que deixou nas mãos dos árbitros a decisão em lances duvidosos.
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Mas ignorar o futebol do Cruzeiro é bobagem. Vi erros absurdos que decidiram partidas. Aí, a situação é outra, fica sempre a dúvida da intenção.
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Pois bem, o Dunga (foto) precisa matar o Peru. Jogando na Bahia, com torcida apoiando, é pra depenar o bicho, faturar três pontos e melhorar o astral do final de ano. Mas, para isso, o time terá que jogar um pouco mais do que mostrou contra a Argentina. Terá que se acertar no ataque, sem permitir aquela avenida pelo setor esquerdo da defesa.
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Lembrei agora do Jamelão. Grade cantor se tornou um dos maiores puxadores de samba do Brasil. Sempre à frente da Mangueira, soltava o vozeirão na avenida. Mas, era ácido em entrevistas. Ainda mais quando lhe chamavam de puxador de samba. Numa dessas, na concentração da escola, o repórter, ainda verde, foi perguntando: “Jamelão, como é ser puxador de samba?” Não deu outra, com a cara fechada, ele respondeu: “Puxador, não! Sou interprete”.
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Quando o Sport reclama do pênalti a favor do Cruzeiro, não pode esquecer que levou mais dois gols. Dizer que a penalidade mudou o jogo é adivinhação, não cola. Se querem reclamar, e é um direito, precisam reclamar contra a comissão de arbitragem que deixou nas mãos dos árbitros a decisão em lances duvidosos.
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